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Virtualizar Domain Controllers–Devo ou não?

Esta pergunta já ouvi inúmeras vezes. Em treinamento, palestras, emails e clientes sempre ouço a pergunta “Porque eu não posso virtualizar o Domain Controller?”

Esta semana em um grande cliente que atendo como consultor da Dell, alguns sites não permitiam logon, o Office Communicator não funcionava e outros problemas. Portanto, acho que este tema é bem apropriado com o crescimento dos ambientes virtualizados.

UPDATE: O Windows Server 2012 introduziu recursos próprios para virtualizar Domain Controllers sem as restrições com o NTP, porem a questão de logar no servidor Hyper-V pode continuar ativa.

Vamos começar com o fato concreto: Ninguem disse que não podem ser virtualizados, e sim que existem fatores a considerar. E é sobre isso que irei escrever.

Posso virtualizar todos os meus Domain Controllers?

Pode, mas terá sérios problemas de segurança e comprometer a réplica se o seu Domain Controller for Windows 2003.

Existem alguns pontos a se considerar ao pensar em virtualizar todos os servidores que podem ser consultados em http://support.microsoft.com/kb/888794/en-us quando vc ainda utilizar DCs com Windows 2000 ou Windows 2003.

Não é a toa que se recomenda ter os FSMOs em servidor fisico, mas falaremos disso daqui a pouco.

Porque virtualizar todos os Domain Controller compromete a segurança?

Neste caso temos duas opções, a primeira deixar o Hyper-V utilizando segurança SAM (local) ou ingressar ele no dominio da VM e as duas podem lhe trazer problemas.

A primeira opção é um sistema de segurança antigo, não baseado em Kerberos e fácil de se quebrar.

A segunda é o risco de ao ter uma queda das VMs ou um desligamento para manutenção ou energia o servidor do Hyper-V não aceitar logon e mostrar a mensagem “No Domain Controllers for Authentication”.

Porque não é recomendado virtualizar FSMOs?

Porque os FSMOs desempenham papeis importantes na estrutura, normalmente é o Global Catalog e tambem o NTP Server.

Caso seja virtualizado as FSMOs o servidor poderá ficar com problemas de sincronização de horários, replicação atrasada, etc.

Se ele estiver em uma VM e esta for desligada por um certo tempo o risco de estar com problemas de USN é maior ainda.

E o pior momento é se o host Hyper-V perder o relógio e atrasar o horário, gerando inconsistencias sérias no AD.

Esta discussão é antiga, desde o inicio do Hyper-V e pode ser acompanhada em http://blogs.technet.com/b/robse/archive/2008/06/16/dc-virtualized-and-external-ntp-servers.aspx

Qual o problema com o NTP Server?

O NTP Server tem a função de ser o sincronizador de horário nos dominios. A principio é feito pelo PDC Emulator.

Maquina fisicas mantem relógio por consultar o RTC (Real Time Clock) na BIOS que é baseado em cristal e após isso o SO passa a usar algoritmos logicos para manter o relógio.

O problema em VMs é que este algoritmo pode ficar comprometido por conta da carga, já que ele não é fisico e sofre interferencia conforme o weight definido para as operações, ou seja, irá atrasar ou adiantar.

Para evitar isso o Hyper-V faz a sincronização usando as Integrations Features, e ai ocorrem as desincronizações e os usuários não conseguem logar, aplicaçoes dão erro, etc.

Ai temos um problema, no documento “Running Domain Controllers in Hyper-V” (http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?id=20164) diz para desligar esta feature dos DCs virtuais.

Por outro lado o blog do PM de virtualização (http://blogs.msdn.com/b/virtual_pc_guy/archive/2010/11/19/time-synchronization-in-hyper-v.aspx) diz para não fazer isso.

O problema é muito bem abordado pelo Ben Armstrong e é real. Uma maquina fisica mantem o relógio quando desligada (RTC), mas a virtual não, portanto se todos os DCs forem virtuais e esta opção estiver desabilitada em um desligamento eles irão retornar com o horário em que foram desligados, e quem irá atualizá-los?

Minha Recomendação Final

Siga as práticas do documento “Running Domain Controllers in Hyper-V”, mas sempre tenha um servidor fisico QUE NÃO SEJA O HOST DO HYPER-V.

Configure todas as máquinas, incluindo os hosts do Hyper-V para sincronizar com esta fisica usando Net Time /SetSNTP:<servidor> e assim não terá problema com o relógio, já que o próprio host irá sincronizar com o fisico e consequentemente as VMs com ele.

 

É isso ai, espero ter ajudado e qualquer acrescimo podem me enviar pelos comentários ou email.

Posted: jun 08 2011, 10:17 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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SharePoint 2010–Technical Reference, Planning Guide for Farms and Environments e Operations Guide

Disponibilizados na semana passada, respectivamente dias 22 de Maio, 27 de Maio e 6 de Junho estes tres guias oficiais são excelente.

Technical reference for Microsoft SharePoint Server 2010

Traz todas as mensagens de erros que o SharePoint tem e como resolver, muito interessante e essencial para uso no dia a dia.

São 505 páginas com sintoma, causa e solução incluido guias passo a passo de resolução de problemas.

Download http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=a3b9fa1b-0300-489e-8d67-f14deb4c3a56

Planning guide for server farms and environments for Microsoft SharePoint Server 2010

Este guia é mais completo que o IPD pois não trata apenas de recomendações, mas sim de como fazer.

Ele trata de Hosting, Fisico x Virtual, desenhos, configurações de Search, URLs e muitas outras com exemplos práticos e modelos que podem ser usados, tudo em 307 páginas.

Alem disso traz os links do TechCenter para ajudar na implementação.

Download http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=bbd414c5-00fe-4a65-8a35-d52c9aa84609

SharePoint Server 2010: Operations Framework and Checklists

Este guia tem foco nas operações do dia a dia, explicando as tarefas diarias, semanais e mensais que um administrador precisa executar.

É um guia de 73 páginas muito bom para a operação do ambiente implementado.

Download http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=3cd07201-7420-4c12-9639-81da513e728d

Aproveite estes guias, se conseguir ler tudo você é ninja !!!

Mas vale a pena guardar para quando precisar, porque com certeza vc irá consultar !!!

Posted: jun 06 2011, 16:34 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Novo Centro de Treinamento no MSDN–WPF 4.0

A Microsoft disponibilizou no portal MSDN um novo Centro de Treinamento. Agora voltado para desenvolvedores que queiram aprender mais sobre WPF (Windows Presentation Foundation 4.0) que é a nova interface visual da qual compartilha também o SilverLight.

Neste Centro de Treinamento que tive o prazer de organizar e contar com ótimos profissionais com o Bruno Sonnino (http://msmvps.com/blogs/bsonnino) e o seu filho Roberto Sonnino (http://virtualdreams.com.br/blog) e o André Alves (http://www.andrealveslima.com.br/blog/). Os meus videos são os ultimos, de estabilização e deploy.

Nos ultimos anos não tenho mais conseguido acompanhar a carreira de desenvolvedor com a de gerenciamento de infraestrutura. Por isso resolvi me dedicar mais ao que fui nomeado MVP, gerenciamento de infraestrutura, até porque minha atual posição na Dell como Consultor de Infraestrutura é o foco de meu aperfeiçoamento profissional.

Por isso, aguardem que em breve estaremos com dois novos Centros de Treinamento no ar: System Center Configuration Manager 2007 R3 que já foi gravado e está esperando publicação e System Center Operations Manager 2007 SP2 que está no “forno” e em breve publicaremos os videos!

Mas voltemos ao tópico e vejam a lista de videos e aprendam com estas feras o que é desenvolvimento rico usando WPF pelo portal em http://msdn.microsoft.com/pt-br/gg607454 ou clicando na lista abaixo.

image

Essa trilha foi criada para pessoas que desenvolvem ou pretendem desenvolver em ambientes utilizando o Microsoft Visual Studio .NET 2010 e Microsoft .NET Framework 4 para criar aplicações WinForms e WPF. Todo conteúdo irá te preparar para o Exame de Certificação 70-511 e tem como pré-requisito um conhecimento dos fundamentos do .NET Framework 4.


Construindo interface do usuário utilizando técnicas básicas

A Interface do usuário é a representação visual de sua aplicação. Usuários da sua aplicação utilizam a interface do usuário para interagir com a aplicação através de controles hospedado no WIndows. Aprenda nese módulo as principais técnicas que você precisa saber para contruir dua interface com o usário.


Visão geral dos controles personalizados do WPF


Aprimorando a interface do usuário utilizando técnicas avançadas

Utilize o aprendizado adquirido no módulo anterior e veja agora técnicas avançadas para deixar sua interface do usuário ainda melhor.


Visão geral dos Routed Events do WPF


Visão geral dos Commands do WPF


Conhecendo a Interface Dinâmica das aplicações WPF


Usando gráficos e multimídia em aplicações WPF


Entendendo os Control Templates do WPF


Criando Triggers em aplicações WPF


Gerenciando dados na camada de interface do usuário

Data Binding é o mecanismo com que a informação contida em um objeto é associada com elementos dentro da sua interface do usuário. Veja nesse módulo como o WPF muda o paradigma sobre Data Binding, como e onde utilizar e as principais técnicas.


Implementando Data binding


Value Converters


Validação de Dados


Change Notification Interfaces


Preparando Coleções para Exibição


Data Templates


Binding com Coleções Hierarquicas


DataGridView e DataGrid


Aprimorando a funcionalidade e usabilidade de uma solução

Usabilidade é um componente chave no design de uma boa aplicação. Uma aplicação que leva o usuário a sério e se preocupa com a parte funcional será adotada mais rapidamente pela audiência alvo. Veja nesse módulo as principais técnicas para você aprimorar a funcionalidade e usabilidade de sua solução.


Integração WPF e Windows Forms


Processos Assíncronos


Globalização e Localização


Usando Drag & Drop no WPF


Segurança no WPF


Configurações de Aplicação WPF


Dependency properties no WPF


Estabilizando e disponibilizando uma solução

Uma vez que você finalizou sua aplicação, você precisa garantir que ela está funcionando da maneira esperada e que ela seja distribuída para sua audiencia. Aprende nesse módulo as principais técnicas para testar e distribuir sua aplicação.


Estabilização e Deploy - Parte 1


Estabilização e Deploy - Parte 2

Posted: mai 31 2011, 00:43 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Visual Studio

WinTPC RC– Windows 7 Thin PC leve para netbooks e thin clients

Atualizado em 26/05/2011 – Disponibilizada a versão Release Candidate, ingresso no Connect e experimente!http://connect.microsoft.com/site1223/SelfNomination.aspx?ProgramID=6994&pageType=1

A Microsoft anunciou a pouco tempo o WinTPC, uma versão customizada que tem o nome após a instalação como “Windows Embbebed” como um SO para virtualização, pensando-se em VDI.

O pacote de instalação ISO é de 1.2 GB e instalei em uma VM com 512 MB de memória e disco total de 4 GB. O resultado foi que ele executou muito bem, com ótima performance e ainda com 1.5 GB de sobra de memória.

Instalacao

Instalacao-2

Setup-1

Inicializacao

Executando

Se você tem interesse em participar deste beta, registre-se no link que se encontra no portal do WinTPC.

Pretendo em breve instalar o WinTPC em um Asus eee PC e reporto.

Posted: mai 26 2011, 14:07 by msincic | Comentários (4) RSS comment feed |
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Enhanced Mitigation Experience Toolkit–Evite ataques de Hackers-Versão 2.1

Atualizado em 22/05/2011: Disponibilizado a versão 2.1: Entre as novidades estão o recurso de importação e exportação, habilidade para gerenciamento por linha de comando e suporte oficial pelos foruns da Microsoft. Detalhes em http://blogs.technet.com/b/srd/archive/2011/05/18/new-version-of-emet-is-now-available.aspx

Um dos maiores problemas hoje é a rapida propagação e criação de métodos para sermos hackeados. Como a plataforma Windows é utilizada em grande parte dos computadores pelo mundo precisamos estar atentos.

A Microsoft acaba de disponibilizar o EMET 2.1 que permite configurar aplicações e o seu sistema para usar o máximo de segurança possivel. O EMET 2.1 pode ser baixado em http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=e127dfaf-f8f3-4cd5-8b08-115192c491cb.

O EMET permite verificar em tempo real quais aplicações estão utilizando DEP (Disable Executive Bit) e saber aplicações que podem estar com propensas a se aproveitar de eventuais vulnerabilidades. É claro que algumas aplicações conhecidas como driversnão necessariamente executam com DEP, mas são conhecidas. O DEP protege o sistema por não permitir que outras aplicações façam uso do heap ou stack que pertença ao sistema, como um cadeado da memória.

Alem do DEP o EMET também permite configurar o Structure Exception Handler Overwrite Protection (SEHOP) que é um sistema criado a partir do Vista SP1 e protege que programas executem chamadas a ponteiros do stack de memória permitindo fazer um hiijack redirecionando as chamadas posteriores para este programa mal intencionado.

Outra proteção destacada do EMET é o Mandatory Address Space Layout Randomization (ASLR) que consiste em randomiza o endereço de memória onde uma função é alocada, com isso um hacker não saberá onde, por exemplo, está alocado na memória um processo vulnerável, já que este estará carregado em local diferente a cada ativação.

A tabela abaixo mostra as vantagens do EMET, pois o Windows XP e Windows 2003 não tem o recurso SEHOP e ASLR nativo e o EMET faz a proteção, o que aumenta em muito a segurança do sistema como mostra a tabela abaixo:

image

Bem, vamos ver o EMET na prática a partir das telas abaixo. A primeira é a tela principal:

EMET-1Note que o EMET mostra todas as aplicações e se estão ou não utilizando o CEP para proteção do sistema.

É possivel configurar uma aplicação suspeita para utilizar o DEP de modo forçado, para isso cadastre a aplicação em “Configure Apps”, como a tela abaixo mostra:

EMET-3

Após colocar a aplicação na lista e indicar os recursos de segurança obrigatórios veja como agora o EMET mostra a lista com o processo BTTray indicando que está sendo “monitorado”:

EMET-4

Também é possivel deixar os recursos de segurança ligados o tempo todo utilizando o botão “Configure System”:

EMET-2

Alem da interface gráfica é possivel configurar o EMET pela linha de comando. Para isso leia o manual de usuário que é instalado junto com o EMET. O manual também é muito bom por detalhar e mostrar gráficos que ilustram os diferentes tipos de ataques hacker, que estou anexando abaixo:

Users Guide.pdf (950,12 kb)

Posted: mai 22 2011, 02:33 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Segurança | Windows
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Marcelo de Moraes Sincic | Microsoft Azure
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Azure ARC–Integração de Updates, Change Monitoring e Inventario

Ao utilizar o ARC como já abordamos antes (http://www.marcelosincic.com.br/post/Azure-Arc-Gerenciamento-integrado-Multi-cloud.aspx), é uma duvida comum que recebo de pessoas da comunidade como habilitar as funções de Insigths que aparecem no painel do ARC.

Criando ou Habilitando uma conta de Automação existente

Para isso, o primeiro passo é ter uma conta de automação habilitada em uma região que faça o par com a região onde está o Log Analytics integrado ao ARC.

Para saber as regiões que foram estes pares, utilize o link https://docs.microsoft.com/pt-br/azure/automation/how-to/region-mappings como por exemplo East US1 faz par com East US2 e vice-versa. Ou seja o Log Analytics precisa estar em uma das regiões e a conta de automação na outra.

Zonas

Ao criar a conta de automação e o Log Analytics, vá na conta de automação e configure a integração entre elas.

2-Captura de tela 2021-05-03 115936

No próprio painel da conta de automação já é possivel configurar os recursos de Update, Change Management e Inventários e depois no painel do ARC são visualizados já pronto.

Habilitando os recursos

Cada módulo pode ficar integrado a um Automation ou Log Analytics diferente, o que não é o meu caso.

2-Integrando

Uma vez integrado no proprio painel da conta de automação já é possivel ver os recursos e habilitar os computadores, veja que os que possuem o agente do ARC já irão aparecer no inventário.

3-Inventario

Para o caso de Atualizações (Updates) você precisará escolher os que desejará automatizar.

5-Updates

Lembrando que uma vez configurado o controle de Updates é necessário criar as regras de agendamento para a instalação desses updates.

4-ARC integrado

Por fim, habilitamos o painel de Change Management indicando os computadores que queremos coletar.

6-Habilitando Alteracoes

Na minha opinião este é o melhor dos recursos, já que em segurança e sustentação saber as alterações realizadas em cada servidor é um item essencial.

7-

Novo conector para Consumo de Azure no Power BI

Uma ferramenta muito interessante para validar e verificar os custos em Azure é o Cost Managment do próprio Azure e a integração com um painel de App no Power BI.

Porem, com a desativação do App do Power BI muitos perderam uma ferramenta onde era possível manipular os dados e passaram a importar em Excel/CSV para criar seus reports customizados.

Conector para Azure Cost Management no Power BI Desktop

Pois bem, a Microsoft liberou um conector no Power BI desktop que irá permitir trazer dados mais detalhados do que se pode enxergar no Cost Management.

Esse conector pode ser acessado utilizando o conector que em português irá ter o nome Gerenciamento de Custos do Azure e irá permitir utilizar para quem tem um contrato Enterprise Agreement ou assinaturas individuais.

 Conexao-1

No caso de Enterprise Agreement basta informar o numero do contrato e fazer o login na tela seguinte:

Conexão-2

Conexao-3

É importante lembrar que se o contrato for muito grande e escolher 12 meses pode acontecer do Power BI demorar para conseguir acessar os dados e ocorrer timeout no refresh então recomendamos que crie com períodos menores.

Caso queira testar com meses adicionais ou diminuir o numero de meses, entre no Editor Avançado da consulta e altere o numero de meses como o exemplo abaixo, lembrando que precisará fazer isso em cada uma das tabelas.

Editor de conexao

Trabalhando com as tabelas de custos

Uma vez feita a conexão é possível escolher as tabelas que irá trabalhar.

Todas as tabelas são intuitivas e detalhadas com os dados que você já tem acesso ao exportar o CSV no portal do Azure, porem ele acrescenta o conjunto de dados para Instancia Reservada e Orçamentos.

Tabelas

Particularmente gostei muito da opção das tabelas de RI pois ele detalha as VMs e recursos que estão sendo cobrados e o custo original, permitindo mostrar de forma muito mais simples a economia gerada!

Dashboard reservas

As recomendações também podem ser vistas em detalhes:

Recomendacoes

E por fim, o uso das reservas com o percentual de “qualidade” onde poderá ter uma ideia se elas realmente estão sendo utilizadas é um dos mais importantes:

Uso
Posted: fev 08 2021, 13:27 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Monitorando Azure com o System Center Operations Manager (SCOM)

Muitas empresas utilizam o SCOM para monitorar ambientes on-premisse. Estender essa monitoração para recursos do Azure ajudará a centralizar os alertas e dashboards como cockpits integrados.

Para baixar o Management Pack utilize o link: https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=50013

Instalando e Configurando o MP

Ao executar o pacote poderá encontrar os 3 arquivos de MPs que deverão ser importados:

1-MP

Na sequencia abra o console e importe os 3 pacotes instalados:

2-Importa

Após fazer a importação dos pacotes poderá atribuir as subscrições que deseja monitorar e isso pode ser feito por atribuir o usuário na autenticação ou criar uma SPN no Azure para servir de aplicação e auxiliar no Azure se necessário procurar os registros ou atribuir permissões especificas.

Esse processo de criação do SPN é automático bastando informar o usuário e deixar que o Wizard faça o trabalho!

4-SPN

3-Assinaturas

Configurando o que será monitorado

Encontre o Management Pack MS Azure Monitoring e escolha qual das subscrições quer monitorar. A recomendação é que crie um novo Management Pack para hospedar os recursos que irá monitorar e facilitar a reconfiguração se for necessário.

Se houver diversas subscrições, será necessário reconfigurar e seguir o processo para incluir no mesmo MP customizado criado para cada uma das subscrições.

5-Novo monitor

6-subscricao

7-recursos

Encontrando os Recursos

O Management Pack cria uma nova pasta em Monitoring com o nome Microsoft Azure com diversos itens, onde poderá ver os diversos tipos de dashboards e relatórios disponíveis.

Em alguns minutos o SCOM já irá coletar os recursos e logo após retornar o status de cada um deles.

8a-Saude vms

8-Saude recursos

Como são diversos recursos e relatórios, poderá visualizar dados de performance, status e definir ou alterar alertas conforme as regras comuns de status.

Posted: out 06 2020, 20:18 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Azure Arc–Gerenciamento integrado Multi-cloud

O Azure Arc é um produto em preview que tem a função de padronizar e permitir utilizar recursos do Azure para gerenciamento de VMs e Clusters Kubernets hospedados em ambientes on-premisse ou outras clouds integrado.

https://azure.microsoft.com/en-us/services/azure-arc/

Computadores

Habilitando o Serviço por Registrar os Componentes

O primeiro passo é acessar as subscrições onde irá hospedar os serviços do Arc.

Uma vez escolhida a subscrição, deve-se registrar os recursos de Hybrid como abaixo.

Em geral o recurso ADHybridHS já estará habilitado e tem a ver especificamente com a sincronização de AD, mas os recursos de Compute, Data e Network precisam ser habilitados antes de incluir recursos:

Registro Provedores

Registrando Computadores e Recursos

Ao criar o recurso do Arc, escolha uma subscrição e um Resource Group para servir de base e que futuramente após o Preview irá ter o débito (se existir) dos serviços.

Logo após habilitar clique no botão Adicionar do primeiro print deste artigo e baixe o script para executar nos servidores. Caso queira abrir o script ele é bem simples e basicamente faz o download de um msi e o executa com os dados da subscrição.

Onboarding

A primeira execução do script mostra a obrigatoriedade de ativar os recursos, que foi o primeiro tópico desse artigo, e será um erro recorrente já que ao habilitar o Arc esse processo deveria ser automático.

Note que na execução do script ele gera um código que deverá ser confirmado no site indicado https://microsoft.com/devicelogin

Registro Servidor

Utilizando Politicas e Iniciativas

Assim que vinculados, já podem ser criadas e habilitadas as diferentes Politicas e iniciativas que serviriam para criar alertas e definir padronização de recursos no que geralmente chamamos de Compliance.

Politicas-1

Por default as politicas acima são configuradas, mas é possivel criar novas para gerar reports de compliance. Para isso utilize as regras pré-existentes que irão facilitar diversos tipos diferentes de alertas como backup, antivirus, ASR, etc.

Politicas-2

Já para as Iniciativas não estamos apenas verificando, mas implementando alguns tipos de padrões como o nivel de auditoria ou requisitos legais/padrões regulatórios:

Iniciativas

Habilitando o Log Analytics

Para que os recursos funcionem corretamente é importante o auxilio do Log Analytics que irá capturar os dados do servidor para gerar alertas e mapas de relacionamento.

Para isso acesse os servidores e clique no aviso na tarja que é exibida e com isso poderá habilitar os recursos para cada servidor ou em Insights. Uma caracteristica interessante é que cada servidor pode utilizar subscrições diferentes ou até workspaces diferentes de Log Analytics.

Habilitar Log Insigths

A partir da integração que irá demorar de 5 a 10 minutos, já é possivel usar os monitores, alertas e até o mapa de relacionamento:

Alertas

Monitor-1

Monitor-2

Mapa

CONCLUSÃO

Em comporações com servidores fisicos, servidores virtuais e maquinas em clous ter a facilidade de integrar as funções de gerenciamento do Azure irá ajudar muito.

Grande parte do trabalho já é possivel no Log Analytics mas de forma passiva. Com a integração simples com as politicas, iniciativas e interface o uso do Azure Arc irá ser uma ferramenta excelente para profissionais de TI com ambientes multiplos de hospedagem.

Possibilitando trabalho remoto em período de Corona Vírus

Nesse período em que muitos colaboradores estão sendo movidos para remote office, que soluções podem ser adotadas rapidamente para isso?

Cenário 1 – Uso de VPN

A primeira solução é o uso de VPNs, onde o colaborador irá acessar de sua casa o ambiente de rede da empresa via internet.

Quais as vantagens?
Esse método é bem interessante por ser rápido de implementar, em geral no firewall que a  empresa já utiliza. O usuário poderá acessar seus e-mails, servidores e aplicações como se estivesse fisicamente dentro da empresa, usando seu computador pessoal. Como utiliza um produto já existente na maioria dos ambiente, o custo é mínimo para habilitar no firewall e muitos fabricantes basta habilitar.

Quais as desvantagens?
O maior risco no uso de VPNs é a falta de segurança advindo de  conexões externas diretas, de equipamentos desconhecidos. Por exemplo, imagine que a maquina do colaborador é a mesma que ele baixa conteúdos da internet, joguinhos e outros. Que garantia eu tenho que não entrará um worm ou vírus por essa conexão? Nenhuma.

Quais soluções posso usar para complementar a segurança?
NAC
(Network Access Control) são protocolos e proteções instaladas no firewall que ao tentar se conectar um script é executado no equipamento remoto para validar se ele tem anti-virus valido, atualizações de sistema operacional, etc por meio de uma regra NPS (Network Policy Service/Server). Porem, os NPSs costumam ser limitados no que podem checar e ai é quando precisamos instalar um agente antecipadamente e só validam no momento de entrada na rede sem validar configurações que possam ser alteradas ou permitam que o equipamento fique desprotegido.
Já a solução de MDM no portfólio de Microsoft é o Microsoft Intune que agora se chama Microsoft Endpoint Management Service por ter se juntado ao SCCM (System Center Configuration Manager).
O Intune é uma solução em nuvem com funções similares ao SCCM, mas com módulos para dispositivos como telefone e tablets. Ele permite que o administrador crie regras de validação para serem aplicadas na máquina do usuário a partir do software de monitoramento e essas regras podem envolver:

• Atualizações de sistema operacional
• Instalação de aplicações corporativas automaticamente
• Regras de Compliance como obrigatoriedade e tipo de senha, uso de recursos compartilhados entre diferentes ambientes no mobile (KNOX e Apple Secure)

• Restrição a troca de informações entre aplicativos classificados como corporativos (copiar e colar)
• Diversas outras regras que variam entre Android, iOS, MAC e Windows
Se integram com vários modelos de NAC físicos

Cenário 2 – Uso de PaaS e SaaS para aplicações de trabalho

Muito conhecido como Modern Workplace essas soluções no portfolio de Microsoft estão no Microsoft Office 365.
Vendidos em pacotes individuais de serviços, pacote Business (até 300) e enterprise (Office 365 e Microsoft 365) possibilitam que um colaborador trabalhe remoto sem qualquer tipo de acesso a rede interna.

Quais as vantagens?
Por terem diferentes modelos de aquisição contratual (CSP por demanda, MPSA e EA com preços fixados) é acessível a todos os clientes.
A segurança dos dados é maior pois o usuário acessa arquivos e email diretamente da Microsoft por meio da internet comum e não tem acesso aos servidores internos da empresa. Por ser um modelo de serviços em nuvem, não precisa de instalações, servidores e infraestrutura local além do TCO de manutenção e operação desses serviços.
Bem, não precisamos falar muito porque hoje já é consolidado o modelo de PasS e SaaS com Exchange, Teams, SharePoint, OneDrive e outros produtos da suíte.

Quais as desvantagens?
Existem poucos pontos negativos, já que aqui estamos tratando de serviços essenciais (email, mensageria, áudio e vídeo conferencia, troca de arquivos). Mas o acesso irrestrito dos dados sem a facilidade de criar regras de segurança que temos com ACL em um servidor de arquivos físicos assusta muita gente... Uma vez que os arquivos estão na nuvem e acessíveis de qualquer lugar e dispositivo como evitar o acesso indevido?

Quais as soluções que protegem o meu conteúdo?
Nesse ponto é que as coisas ficam mais fáceis! No modelo de PaaS e SaaS do Office 365 temos pacotes de segurança disponíveis para qualquer uma das opções tanto contratuais como tipo de pacote:

• Criptografar, categorizar e identificar conteúdo protegido temos o AIP (Azure Information Protection) que é o antigo RMS do Windows, agora em nuvem, que pode identificar por exemplo que um usuários está passando CPFs e Passaportes para outras pessoas dentro ou fora da empresa
• Detectar atividades suspeitas temos o ATP (Azure Advanced Threat Protection) que analisa a atividade no AD local e em nuvem

• Com o CASB (Cloud App Security) Fazer detecções avançadas de uso, integrando aplicações de terceiros e identificando possíveis violações e problemas como logins em diferentes localidades simultâneas ou em deslocamentos impossíveis (chile e Australia em menos de 2 horas por exemplo)
Permitir a criação de regras de acesso e login (similar ao NAC) com o AD Premium, que também possibilita relatórios detalhados de atividades

Esses recursos citados são os que cobririam a segurança do acesso aos dados da empresa em qualquer dispositivo!

Cenário 3 – Virtual Desktop

Solução já muito conhecida, pode ser implementada em modelo de acesso direto a aplicativos a partir de servidores (RDS) ou maquinas virtuais independentes para os usuários (VDI).

Quais as vantagens?
Nada está fora da empresa, não existe troca de dados via internet.
Nesse modelo, os dados são acessados de dentro da empresa, uma vez que o usuário irá ver a tela do servidor ou de sua VM pessoal que está na infraestrutura e rede da corporação.
Então o acesso aos dados é muito controlado e 100% similar ao que o colaborador estaria vendo e fazendo sentado na sua mesa de escritório.

Quais as desvantagens?
Custo, tanto de equipamentos quanto licenciamento.
Para montar uma estrutura de RDS (Remote Desktop Service) é possível usar direto o Windows Server e ter um custo bem mais atrativo ou soluções como VMWare Horizon e Citrix.
Já para a solução de VDI (Virtual Desktop Infrastructure) temos um alto custo, já que para cada usuário logado é necessário ter uma VM Windows 10 ativada.
Sendo assim, se houver 200 usuários remotos será necessário ter 200 VMs ativas em servidores físicos, que acabando o surto deixariam de ser necessárias.

Quais alternativas para a falta de Hardware nesse momento de isolamento?
A Microsoft possui um serviço chamado WVD (Windows Virtual Desktop) que é um VDI hospedado, com a vantagem de ser escalável podendo ir de 1 a 25.000 VMs em minutos! Esse serviço é aberto a todos os clientes por meio de uma conta no Azure e o licenciamento de Windows Enterprise com SA ou Windows E3 que é subscrição.
Usuários que já tem o Microsoft 365 (exceto F1) já estão habilitados, uma vez que o M365 E3 e E5 incluem o licenciamento de Windows Enterprise.
E para os que não tem, pode fazer a subscrição de licenças Windows E3 no modelo CSP mensal, onde irá pagar apenas pelo que ativar de WVDs.

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