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Problema ao instalar Configuration Manager (SCCM SP2) no Windows 2008 R2

SINTOMA

Ao tentar instalar o ConfigMgr no Windows 2008 R2 você poderá enfrentar o problema abaixo ao chegar na fase de download dos pré-requisitos (Component manifest was not found or it was invalid):

Erro

Ao olhar o log criado no raiz do disco de instalação encontrará o seguinte trecho:

<01-04-2011 15:48:14> Checking for component updates...
<01-04-2011 15:48:14> Downloading component manifest...
<01-04-2011 15:48:14> Downloading
http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=141733 as ConfigMgr.manifest.cab
<01-04-2011 15:48:16> checking if there's an explicit proxy server.
<01-04-2011 15:48:16> WinHttpSendRequest failed 80072ee7
<01-04-2011 15:48:16> Download() failed with 0x80072EE7
<01-04-2011 15:48:16> Failed to download manifest (0x80072EE7)
<01-04-2011 15:48:17> Failed to download prerequisite components (0x80072EE7)

SOLUÇÃO

O primeiro passo a se fazer neste caso é tentar fazer o download pela URL apresentada acima e ver se o problema não é o IE Enhanced Security que precisa ser desligado para permitir o download:

IESC

Baixe o arquivo ConfigMgr.manifest.cab e copie em uma pasta vazia ou mesmo que já contenha os updates de versões anteriores do SCCM 2007 e inicie novamente o processo de setup.

Posted: jan 04 2011, 16:03 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: System Center

Começando um novo ano de trabalho e balanço de 2010

Fechando o ano de 2010 é hora de fazermos um balanço de nossas conquistas, só assim podemos comparar com o ano seguinte e usar como base para continuarmos nossa evolução profissional.

Este ano pude participar de vários eventos, palestras e webcasts:

Espero que 2011 seja um ano cheio de atividades e que a comunidade possa tirar proveito das iniciativas que virão como o Road Show e os eventos como TechEd 2011 e MVP Summit.

No blog este ano tive a boa surpresa de ter recebido mais de 73 mil visitantes únicos e mais de 138 mil visitas no meu blog em portugues, o que me incentiva a continuar publicando dados.

Grafico 2010

Alem dos numeros acima, em 1º de Outubro publiquei uma versão do blog em ingles pelo wordpress (http://msincic.wordpress.com/) e que nestes 3 meses tive a presença de 1.198 visitantes:

Grafico 2010-2

Também neste quesito tenho a intenção de trazer mais assuntos em 2011 que ajudem a comunidade e divulguem produtos e experiência.

Posted: jan 03 2011, 09:30 by msincic | Comentários (6) RSS comment feed |
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Filed under: Comunidades | Outros

Oracle VirtualBox chega na versão 4.0

Dia 22/12 a Oracle liberou a versão 4.0 do VirtualBox, na minha opinião o melhor gerenciador de VMs para utilizar em clientes. Se quiser saber os motivos, veja o post Utilizando VMs de 64 bits.

As novidades se concentram em muitos aspectos internos, porem a interface se aproximou mais do Hyper-V e do VMWare mostrando snapshots do estado da máquina:

TelaVirtualBox4

Outra interessante função que fazia muita falta é o recurso de chamar uma VM diretamente por um atalho, como fazemos com o Windows Virtual PC (do Windows 7), que agora é possivel:

TelaVirtualBox4-2

Para ver as alterações e baixar o software clique aqui http://www.virtualbox.org/wiki/Changelog

Posted: dez 28 2010, 10:20 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Virtualizaçao

Tamanho de setor em HDDs novos influi em imagens e performance

Hoje recebi um email da HP referente ao meu notebook que informa a necessidade de incluir nas imagens um KB da Microsoft ou então mudar a formatação mesmo em Linux!!!

O documento está anexado no post, mas a explicação é, no minimo, intrigante. Eu fiquei impressionado de saber que não foi divulgado que este problema existe de forma mais extensiva e não foi disponibilizado no Windows Update.

O problema é que a industria de HDDs mudou o tamanho dos setores de 512 bytes para 4 Kbytes e simplesmente não avisou os fabricantes que otimizam o chipset e BIOS para trabalhar com blocos de 512 bytes, o que pode gerar uma lentidão de absurdos 300% na performance, principalmente do Windows XP ou SOs mais novos quando instalados por imagem.

Vale a pena ler, mesmo que você não tenha um equipamento da HP já que o KB982018 http://support.microsoft.com/kb/982018 se aplica a qualquer equipamento.

HP White Paper 4kb sector.pdf (454,56 kb)

Posted: dez 24 2010, 12:02 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Hardware | Windows

Atualizado: Baixe todos os Infrastructure Planning and Design (IPD) guides da Microsoft JUNTOS !!!

Pois é, todos sabemos que a Microsoft tem os IPDs para seus produtos. Mas para quem não sabe IPD é o guia para planejamento e design que o ajuda a montar projetos de implementação.

Foi acrescentado os IPD para o BPOS, atualizado os de virtualização e de System Center, alem do Exchange 2010 e SCSM.

Por exemplo, o guia do SQL Server 2008 R2 é dividido em 8 tarefas que devem ser documentadas para uma implementação satisfatória. Ele também contem links para referencias técnicas, um ppt para apresentação do guia e um documento do visio com o modelo de implementação.

A grande sacada é que existe como baixar todos os IPDs juntos, desde sistema operacional de cliente até Datacenters, passando pelo Sharepoint, SQL, familia System Center e por ai afora !!!

Use este link para baixar todos os IPDs: http://download.microsoft.com/download/5/B/C/5BC966BC-47D8-41DF-95F2-FA9A2D816258/IPD%20-%20All.zip

Use este link para baixar IPDs individuais: http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyId=AD3921FB-8224-4681-9064-075FDF042B0C&displaylang=en

Veja a lista dos IPDs disponiveis na data de hoje:

  • New! Exchange Server
  • New! System Center Service Manager
  • Updated! Exchange Online—Evaluating Software-plus-Services
  • Updated! SharePoint Online—Evaluating Software-plus-Services
  • Active Directory Certificate Services
  • Active Directory Domain Services
  • DirectAccess
  • Dynamic Datacenter
  • File Services
  • Forefront Identity Manager 2010
  • Forefront Unified Access Gateway
  • Internet Information Services
  • IPD Series Introduction
  • Microsoft Application Virtualization 4.6
  • Microsoft Enterprise Desktop Virtualization (MED-V)
  • Print Services
  • Selecting the Right NAP Architecture
  • Selecting the Right Virtualization Technology
  • SQL Server
  • System Center Configuration Manager 2007 SP1 with R2
  • System Center Data Protection Manager 2007 with SP1
  • System Center Operations Manager 2007
  • System Center Virtual Machine Manager 2008
  • Terminal Services
  • Windows Deployment Services
  • Windows Optimized Desktop Scenarios
  • Windows Server 2008 R2 Remote Desktop Services
  • Windows Server Virtualization (for Windows Server 2008 Hyper-V)
  • Windows User State Virtualization
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'vmm 2012 sp1'
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Administrando Windows Azure com o System Center AppController

Um dos produtos da suite System Center pouco conhecidos é o AppController. Sua função é tornar o uso de ambientes Private Cloud reais, por proporcionar um portal de auto-atendimento simples com uma interface web.

É importante ressaltar que o AppController não é apenas uma atualização do Virtual Machine Manager Self-Portal, pois ele tem as funcionalidades novas do VMM 2012 SP1 como controle de cotas, instânciamento de serviços e integração com o Windows Azure, que será tratado neste post.

Configurando a conta Windows Azure no AppController

O primeiro passo é integrar no AppController a conta do Azure e para isso é necessário primeiro cadastrar um certificado digital no portal do Azure, opção Settings –> Management Certificates onde poderá fazer o upload do certificado:

image

Este certificado é utilizado para autenticar o acesso e pode ser emitido por qualquer IIS na opção Certificates –> Self-Signed e depois fazer a exportações e upload no Azure.

O passo seguinte é cadastrar esta conta do Azure e o certificado no AppController:

Imagem1

Realizados estes passos já será possivel ver a conta no AppController:

Imagem2

Ao clicar na conta do Azure, terá uma lista das VMs criadas no ambiente, com o nome de cada VM, a localização geográfica do Datacenter selecionado e as instâncias criadas:

image

No menu Virtual Machines podemos ver a lista de VMs disponiveis, onde tanto VMs locais (Private Cloud) como as VMs no Azure podem ser administradas de forma integrada:

image

Note que na tela acima temos na parte de baixo dois paineis, o esquerda mostra os dados básicos da VM e na direita o serviço que serviu de origem para esta instância, uma vez que as VMs no Azure podem ser criadas por se fazer o upload de um VHD pronto. No exemplo acima, ao clicar no design vemos detalhes e podemos alterar os dados:

Azure2

Criando VMs no Azure com o AppController

A criação de maquinas virtuais pelo AppController é muito simples e permite um nivel de customização maior que pelo próprio Windows Azure Portal.

A primeira forma de fazer isso e também a mais simples, é no menu Virtual Machines usar o Add:

Azure3

Uma segunda forma é por utilizar a lista de contas ou selecionando na Library a imagem que será utilizada para instanciar a nova maquina virtual, com a opção Deploy:

Imagem4

Imagem8

Será aberta a janela de design para definição dos componentes da VM, como mostrado abaixo:

Imagem5

Note que os links permitem selecionar os itens como a imagem de máquina virtual desejada, a rede e a localização geográfica do Datacenter desejado:

image

image

Conclusão

Utilize o System Center AppController para administrar de forma integrada seus ambiente de Private Cloud e Public Cloud em um único console de forma simples, baseada em serviços e funcional.

Conceitos de Storage para IT Pro 3 – Virtualização e Tierização

No primeiro artigo desta série Conceitos de Storage para IT Pros–Tipos de RAID e IOPS abordamos alguns conceitos importantes e básicos para profissionais de TI sobre os tipos de RAID disponiveis e utilizados hoje em storages e também como calcular IOPS (operaçoes de leitura e escrita) para cada tipo de disco e aplicações.

No segundo artigo http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Conceitos-de-Storage-para-IT-Pro-2-e28093-Controladoras-e-Modelos.aspx abordamos os tipos de controladoras e tecnologias de storage mais comuns hoje existentes no mercado.

Neste terceiro artigo veremos o que são conceitos de tierização e virtualização de storages.

Virtualização

A virtualização de storage conceitualmente é diferente da virtualização de computadores.

Na virtualização de storages o conceito é utilizarmos um produto que faça a conexão com vários tipos e modelos de storage. Por exemplo, o System Center Virtual Machine Manager 2012 é capaz de ser a interface entre os diferentes storages e as máquinas virtuais. Mais detalhes sobre isso podem ser vistos no post http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Gerenciamento-de-Storage-com-o-System-Center-Virtual-Machine-2012.aspx

VMM2012

O mesmo recurso pode ser alcançado com o SMB 3.0 do Windows Server 2012, onde podemos apontar todas as LUNs disponíveis em um File Server e por meio do SMB 3.0 mapear as VMs entre os diferentes storages.

Tierização

Este recurso está presente em alguns storages de mercado e pode ser simulado pelo VMM. Significa ter a possibilidade de termos diversos storages com performances diferentes e ter a capacidade de mover uma VM de um storage mais lento para outro mais rápido de forma transparente a operação.

Isso pode ser simulado pelo VMM e pelo Hyper-V 3.0 com o recurso Storage Migration, onde podemos mover as VMs com Live Storage Migration permitindo que a operação não seja interrompida quando movemos entre os diferentes modelos de storage disponíveis.

Porem, alguns modelos storage como, por exemplo Compellent e Equallogic, podem conter “gavetas” de discos de diferentes tipos e mover os dados entre as gavetas conforme a performance necessária da aplicação ou maquina virtual. Neste caso o software do storage faz isso automaticamente conforme a carga que cada VM ou aplicação impõe ao storage.

Fonte: http://www.dellstorage.com/storage-tiering-archiving/storage-tiering.aspx

image

Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Posted: jun 21 2013, 10:38 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Utilizando o MBCA para Analisar Serviços e Servidores

A Microsoft disponibiliza diversas ferramentas de análise da implementação de um produto. Alguns são nativos e outros opcionais:

Produto Disponibilidade Download e Instalação
Microsoft Baseline Configuration Analyser (MBCA) Extensivel, forma a base para análise de diversos produtos como SQL Server 2012, System Center 2012, Dynamics e outros

MBCA - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=16475
SQL 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=29302
Dynamics AX 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28749
SC 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=36796
Prereq RSAT W8 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28972

Microsoft Baseline Security Analyser Ferramenta que analise a segurança do Windows, até o Windows 2008 R2.
Foi descontinuada após o Windows Server 2012
http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=7558
Best Practices Analyser São ferramentas nativas do Windows 2008 R2 e Windows 2012 Podem ser instalados pelo Server Manager http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd759260.aspx
Failover Cluster Validation Nativo da feature Failover Cluster Executado pelo MMC do Failover Cluster

Vários artigos abordam o uso do BPA e do validador do Cluster são nativos e o MBSA foi descontinuado para o Windows Server 2012, então neste artigo trataremos apenas do MBCA e seu uso exemplo com o System Center 2012.

Instalação do MBCA e Pacotes

A instalação deste produto é muito simples, bastando executar o instalador.

Após instalar o MBCA passamos a instalar as ferramentas, ou pacotes de análise, permitindo que ao abrir o MBCA vejamos uma lista dos pacotes de análise disponiveis:

08-04-2013 10-20-45

Executando o System Center 2012 Configuration Analyzer

Note que ao abrir o menu não terá uma opção para o SCCA, uma vez que ele é um plugin do MBCA, como pode ser visto abaixo:

28-02-2013-09-40-41_thumb3

O passo seguinte é selecionar os computadores que serão validados. Porem, para validar alguns servidores remotos pode ser necessário fazer o registro de segurança com Setspn. Se você não sabe como utilizar, pode usar as instruções do próprio SCCA, como mostrado nos tópicos a frente:

28-02-2013-09-40-51_thumb3

Os resultados são mostrados em duas abas, sendo possivel ver um resumo ou detalhamento dos dados analisados. No exemplo abaixo executei em um SCSM 2012 SP1 e o resultado inicial é que não há pendencias e permitindo exportar o relatório que pode ser revisado posteriormente depois de salvo com a opção “Open Report” no primeiro pront.

28-02-2013-09-42-38_thumb3

28-02-2013-09-43-08_thumb1

Utilizando a opção Collected Data é possivel ver os dados utilizados pelo SCCA para validar o SCSM:

28-02-2013-09-42-49_thumb2

Servidores Remotos

Instalar o MBCA e o SCCA em um único servidor é útil para evitar a instalação em uma farm de servidores ou mesmo para maquinas com acesso limitado. Porem, em alguns casos nao é possivel executar o SCCA remotamente tendo como resultado a mensagem abaixo:

28-02-2013-10-13-44_thumb1

A função Credssp permite que o servidor onde o SCCA está instalado tenha acesso ao servidor que está sendo analisado, sendo simples de ser executado e necessário para análises remotas.

 

image

Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Virtualização de Aplicações de Servidores com o Server App-V do VMM 2012

Neste artigo irei abordar a criação dos pacotes de aplicações virtualizadas. Este recurso é essencial para automatizar a criação de serviços como abordado no artigo anterior disponível em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-VMM-2012-para-criar-camadas-de-servicos-com-o-Windows-2012-na-nuvem-privada.aspx

Entendendo Aplicações Virtualizadas

O recurso da virtualização de aplicações nada mais é do que um processo onde é capturada toda a atividade durante a instalação de um software seja chaves de registro, arquivos, configurações e atalhos.

O diagrama abaixo nos dá uma visão de como o processo funciona e irei abordar cada parte da criação do pacote neste artigo.

image

Instalando o Server Application Virtualization Sequencer

O Server App-V faz parte do VMM 2012 e pode ser encontrado na mídia de instalação no diretório D:\SAV\amd64 com o nome de SeqSetup.exe:

image

Após executar o instalador será gerado um atalho no menu iniciar para chamar o Server Application Virtulization Sequencer, que chamamos de Server App-V ou apenas SAV, e ao executá-lo terá acesso as suas funções principais que consistem em criar ou editar pacotes:

image

Virtualizando um Aplicação

Ao escolher a opção de criar um novo pacote será conduzido por um wizard muito simples, mas que exige certos cuidados.

O primeiro passo é escolher o executável que será utilizado para instalar a aplicação:

image

Na sequencia indique o nome que será dado ao pacote e o diretório onde ele será gerado:

image

O wizard irá executar o instalador indicado, com um aviso muito importante: O diretório definido para a aplicação tem que ser o mesmo criado no passo anterior no disco Q:

image

Importante: Se escolher um diretório diferente do indicado no primeiro passo (criação do pacote) os arquivos da aplicação não estarão no pacote, comprometendo a execução.

Ao terminar a instalação da aplicação é importante que você não a execute até que termine o wizard, clicando em Finished:

image

Neste momento o SAV irá procurar as alterações em arquivos e registro que a aplicação tenha realizado, podendo ser um processo rápido (2 minutos) ou lento (até 1 hora) dependendo do que será coletado e o tamanho do disco:

image

Agora sim é o momento de executar a aplicação e fazer customizações, uma vez que o SAV já inventariou alterações feitas pelo instalador:

image

No meu exemplo, configurei o tema da aplicação e o fechei. Automaticamente o wizard detectou o fechamento da aplicação e indica que foram capturada as informações:

image

Assim, o pacote está criado e o wizard mostra a mensagem de sucesso:

image

Ao clicar em Close será aberto automaticamente o editor de pacotes, que também pode ser executado no menu inicial do SAV, para que você valide o que será instalado. Nesse passo é importante olhar com cuidado o que foi coletado para evitar conflitos entre diferentes versões de sistemas operacionais ou outros aplicativos.

Ao terminar a edição, salve o pacote. Neste caso não é só criado o pacote mas também os arquivos de projeto do SAV no diretório indicado:

image

image

Editando Pacotes

A edição de pacotes é realizada no final de um sequenciamento ou pelo menu inicial do SAV que está no tópico anterior e consiste em abrir o arquivo SPRJ criado.

Como comentado acima, é importante lembrar de verificar em detalhes o pacote e evitar que cause problemas ao ser instalado em um servidor, uma vez que o editar permite alterar, deletar e incluir novos itens:

image

Criando um Perfil de Aplicação

Para aplicar um pacote em um Service Template ou VM Template podemos criar um perfil incluindo uma ou várias aplicações. Para criar o perfil de aplicações utilize o menu corresponde em Library do VMM

Indique quais sistemas operacionais são suportados pela aplicação e inclua o pacote criado dentro de Applications:

image

image

Importante: Para a aplicação aparecer na lista acima, o diretório criado pelo sequenciador precisa ser copiado no Library do VMM 2012:

image

Incluindo uma Aplicação Virtualizada em um Template

Como já comentado a aplicação pode ser incluída em um Service Template como também comentado no artigo sobre os modelos de serviço.

Para isso clique na área Add Application do template e selecione o perfil ou mesmo a aplicação diretamente:

image

image

Pronto!!!! A aplicação está vinculada a VM que será instanciada pelo Service Template:

image

Utilizando o VMM 2012 para criar camadas de serviços com o Windows 2012 na nuvem privada

Neste artigo irei abordar o recurso de templates de serviço no System Center Virtual Machine Manager 2012, e antes de mostrar como funciona é importante contrastar e relacionar com os templates de Virtual Machine, disponível desde a primeira versão do VMM.

Entendendo Service Templates

O recurso de templates do VMM desde as primeiras versões permite criarmos uma maquina virtual como modelo para utilizarmos no momento de criação de outras VMs. Para isso é criado uma VM, executado o SysPrep e copiado o VHD para a Library.

O recurso de Service Template utiliza os templates de VMs, mas é um recurso mais sofisticado onde podemos juntar aplicações virtualizadas, banco de dados SQL Server, definição da rede e storage automaticamente.

Um exemplo simples de implementação deste recurso é criar máquinas virtuais com determinadas aplicações pré-instaladas, por exemplo, servidores de antivírus. Para isso é possível virtualizar a aplicação que será instalada nas VMs com o Server App-V e incluir o pacote no serviço.

Nota: No próximo artigo irei abordar o Server App-V.

Um exemplo mais complexo é a implementação de um serviço de três camadas onde temos um servidor IIS acessando dados do SQL Server. Podemos criar um dois templates de VMs, um com o SQL Server virtualizado e outra máquina virtual com o IIS configurado, além da aplicação virtualizada dos componentes da camada de negócios.

Em ambos os casos, para fazer a criação das VMs basta clicar no Service Template e gerar a Instancia onde todas as VMs serão automaticamente criadas, configuradas e disponibilizadas.

Criando Service Templates

Para criar os templates utilizamos o menu próprio em Fabric do VMM 2012. Ao solicitar criar um novo template é possível escolher alguns modelos padronizados, como modelo em camadas com múltiplos servidores, um único servidor ou em branco.

Um exemplo de criação dos modelos de serviço pode ser visto abaixo, onde utilizei a opção Two-Tier onde são definidas duas VMs e uma rede lógica:

image

Neste exemplo temos duas VMs que serão configuradas, uma com IIS e a outra com SQL Server com uma placa de rede em cada uma, conectada a rede local criada anteriormente no Fabric à Virtual Networks, fornecendo assim o IP, MAC Address e até NLB se for necessário para o serviço.

Para cada VM fazemos a configuração das suas funções separadamente, após definir qual o template de VM será usada em cada uma das camadas (tiers).

O primeiro conjunto de propriedades irão definir os dados do hardware da VM, lembrando que o padrão será a definição já criada no template da VM:

image

A seguir configuramos os papeis (roles) do Windows que serão habilitados na VM, o que é uma automação do que teríamos que fazer no Server Manager logo após instalar uma VM:

image

Assim como as roles, identificamos as features (recursos) que esta VM irá ter:

image

Ainda nas configurações do sistema operacional da VM podemos indicar os dados de ativação, nome, usuário e senha, etc. No que no exemplo abaixo o nome do computador está com asterisco “*” pois o nome da VM é indicado no momento em que instanciamos o serviço, já que a cada criação do conjunto as VMs precisarão ter um nome específico:

image

Na sequencia podemos indicar serviço e aplicações que serão instaladas na VM baseados nos profiles que iremos abordar no tópico a frente. Este item é interessante para já instalar o pacote da aplicação do cliente quando esta já estiver disponível, como por exemplo, um sistema de comércio eletrônico ou outro:

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O ultimo passo é definir a cota, ou “preço” de cada VM, que será importante ao se criar usuários que utilizarão os serviços a partir do System Center AppController, uma vez que definimos o “crédito” de cada um dos usuários.

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Instanciando um Serviço

Para criar o conjunto de VMs para o serviço, basta clicar sobre ele e usar a opção “Publish” definindo em qual nuvem será criado o conjunto das VMs:

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Logo após será aberta a tela de configuração dos dados específicos das instâncias (locais onde ficaram asteriscos “*”), como o exemplo abaixo retirado do System Center App Controller:

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