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Avaliação do Windows 7

Hoje completei 3 meses usando o Windows 7 como plataforma principal. Assim que consegui um Beta (o oficial no TechNet saiu em 7/01). A primeira vez instalei em um HP Pavillion e a agora no meu Dell Inspiron. Mas tambem instalamos em outras máquinas como um HP Tablet e um note Amazon.

Minhas impressões POSITIVAS:

1- Bem mais rápido que o Vista nas operações de inicialização e retorno de hibernação.
2- Abrir certos aplicativos ficou impressionantemente agradável. Um bom exemplo é o VS2008 e o PhotoShop que ficaram quase imediatos.
3- A nova barra de tarefas com atalhos "pinados" ficou excelente.
4- O UAC (User Control Account) ficou bem menos intrusivo, no Vista ele chegava a irritar.
5- O Windows Search não gera mais lentdião como era visivel no Vista.
6- A nova interface e recursos no Paint ficaram muito bons, agora se parece mais com uma aplicação de verdade. A nova Ribbon que tambem foi implementada no WordPad não acrescentou nada de novo.
7- Um aplicativo ótimo chamado Sticky Notes, como os papeizinhos amarelos, vem embutido e fará falta se precisar retornar ao Vista.
8- O recurso de alteração automatica do papel de parede cria uma experiencia interessante
9- Ao iniciar o processo de redimensionamento de janelas as bordas piscam qd chegam próximos das bordas, barra de tarefas ou sidebar e se ajusta automaticamente. Parece bobo de falar, mas é bem útil ao trabalhar com multiplas janelas sobrepostas.

Minhas impressões NEGATIVAS:

1- A Sidebar agora não pode mais ser "dockada" ou fixada. Isto faz com que todas as janelas tenham que ficar sendo realinhadas para não esconder os gadgets. Ainda bem que o redimensionamento é inteligente (ponto positivo 9)
2- Ao hibernar com o cabo de rede conectado ou a rede sem fio o Windows 7 não acessa rede. Voce se vê obrigado a desativar e ativar novamente a placa de rede, como um reset, e ai ele volta a se conectar. Esse problema é pior em caso de redes sem fio, pois muitas vezes ele não retorna da hibernação, simplesmente travando na reinicialização
3- Ainda é Beta e tem data para parar de funcionar (veja conselho abaixo).

CONSELHO FINAL:

Utitlize o Windows 7 com confiança. Ele é estável e muito rápido comparado ao Vista. Não tenha medo.
Porem, lembre-se que ele tem data para acabar por se tratar de um Beta. Minha solução para isso foi instalar o Vista, Office, VS2008 e todos os outros aplicativos mais importantes ANTES em um Vista. Depois de instalado tudo no Vista fiz um Complete Backup (imagem) e utilizei a função de Update do Windows 7. Eu sei que muitas coisas eu atualizei e configurei após a primeira instalação, mas não tem problema, eu estou anotando conforme me lembro!!!

Posted: mar 25 2009, 22:46 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Integração do Visual Studio 2008 com o Expression Blend 2.0

Ao reinstalar o meu Visual Studio 2008 (usava o Professional e substitui pelo Team Studio) tive problemas com integração com o Expression Blend 2.0

Solução: Reinstalar o Silverlight Tools 2 for Visual Studio 2008 (http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyId=c22d6a7b-546f-4407-8ef6-d60c8ee221ed&displaylang=en).

Achei uma solução parte normal, parte estranha.

PARTE NORMAL: Eu tive que reinstalar o Visual Studio e as Tools foram desinstaladas junto.

PARTE ESTRANHA: Porque os addins do SQL Server 2008 não precisei reinstalar?   Ao abrir o VS2008 os addins e Tools de BI estavam lá.

Posted: mar 25 2009, 15:35 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Desinstalar o WSUS 3.0 manualmente / Domain Controller com WSUS

A cerca de 3 meses eu precisei mudar o drive onde os arquivos ficavam originalmente (c:\WSUS). Foi necessário entrar no registry e alterar manualmente o caminho, mas depois funcionou normalmente. A chave é HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Update Services\Server\Setup.

Porem ontem o problema foi mais dificil de resolver. O nosso servidor WSUS foi promovido (parabens servidor !!!) a um Domain Controller. O problema é que isso gerou a quebra dos SIDs que eram utilizados no SQL Server Express, já que não utilizamos o Windows Internal Database. O processo foi meio complicado:

1) Deletar a base de dados SUS no SQL Server 
2) Desinstalar o IIS ou apagar o site WSUS e o Application Pool WSUS
3) Apagar toda a chave de registry HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Update Services
4)
Rodar o programa que limpa as informações sobre a instalação existente: MSIZAP T {2C0D7E35-EE6E-4DC7-BA13-2C68AEDEB59D} Entrar no registry e apagar todas as entradas de serviço do WSUS, são diversos em HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services
5)
Verifique se os diretórios C:\Program Files\Update Services e o diretório de instalação do SQL Server estão limpos ou deletados
6)
Reinstale o IIS
7)
Reinstale o WSUS

Este método não é o melhor, pois vc perdeu todas as configurações e será necessário reconfigurar, porem ao fazer a sincronização não será necessário baixar novamente os pacotes, apenas a base do MBSA.

Posted: mar 06 2009, 11:29 by msincic | Comentários (8) RSS comment feed |
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Utilizando o ForeFront Client Security como antivirus comum

No Windows 2008 x64 tive um problema com instalar antivirus, pois em servidores os usuais (AVG, Avira, etc) não rodam. A solução, como sou assinante do TechNet, foi instalar o ForeFront Client Security.

Achei muito bom, eis os motivos:

1- Não pesou nada na maquina, menos que o Avira que utilizava antes
2- A interface do Windows Defender ajudou muito, pois é conhecida e simples
3 -A integração com os recursos já existentes no Defender como o Software Explorer lhe dá um passo a frente a outros produtos que apenas fazer o scan

Ah, mas tem a questão do Console, mas isso se resolve facilmente. Acesse o diretório "Client" dentro do CD e execute no command prompt o "ClientSetup.exe" com o parametro /nomom, ou seja, ClientSetup /nomom e resolvido !!!!

Ultimo detalhe, se você não é assinante TechNet mesmo assim pode instalar o ForeFront por 120 dias em http://technet.microsoft.com/pt-br/bb738009.aspx

Posted: jan 14 2009, 18:00 by msincic | Comentários (8) RSS comment feed |
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Processo DPC (Defered Process Call) com alto uso de CPU pelo ProcEXP

Recentemente notei que a minha maquina estava com uso de cpu alto, mesmo quando inativa. Ao utilizar o ProcEXP (http://technet.microsoft.com/en-us/sysinternals/bb896653.aspx) notei que isto vinha do DPC. O que significa isso?
DPCs são processos que chamam um hardware ou driver e este não responde.

Qual a solução neste caso?
1) Abra o ProcEXP e verifique se algum processo é o causador, fazendo a comparação entre os percentuais de CPU. Ao encontrar o processo, encontrou o hardware que ele utiliza. Desabilite e habilite novamente.

2) Se não encontrou o processo siga o mesmo modo, porem com todos os hardwares que utilizou, desabilitando e habilitando novamente até encontrar o que resolve.

3) Verifique se existe um driver mais novo, que provavelmente resolve as chamadas que ficaram inválidas.

No meu caso era a placa de rede, uma vez que ao hibernar eu estava utilizando cabo e ao reiniciar utilizei a placa wifi. O Windows se "confundiu" e ainda procurava a placa de rede.

Posted: dez 16 2008, 14:49 by msincic | Comentários (7) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'custo'
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Software Asset Management (SAM)–Convertendo Licenciamento para Azure

Este tópico é relevante no momento em que estamos de migração para Cloud Publica em muitas empresas.

Dando continuidade a série sobre SAM, vamos pular alguns outros tópicos e dar atenção a Azure. Para ver a lista de assuntos que já abordamos acesse http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Atualização: Conheça o Reserved Instance no artigo http://www.marcelosincic.com.br/post/Reducao-de-Custos-com-Azure-Reserved-Instance.aspx

1 – Utilizando o Licenciamento Normal para VMs Windows (SPLA)

Ao criar maquinas virtuais no Azure já é possivel definir que o sistema operacional é Windows e pagar o licenciamento embutido como parte do serviço.

Esse modelo de licenciamento é chamado de SPLA e permite a um provedor (não existe apenas no Azure) licenciar VMs como serviços faturado ao invés do cliente comprar a licença perpétua como acontece em ambientes on-premisse.

O custo desse licenciamento é medido por comparar valores de VMs iguais com Windows e Linux em https://azure.microsoft.com/pt-br/pricing/details/virtual-machines/linux/ e https://azure.microsoft.com/pt-br/pricing/details/virtual-machines/windows/

No dia que montei esse post o valor hora de uma VM D2 v2 Linux é de U$ 0,159 e a mesma VM com Windows U$ 0,251. Ou seja uma diferença de 43% no preço da VM.

Por essa diferença de preço que temos opções de usar outras formas de licenciamento que falaremos a seguir.

2 – Utilizando AHUB (Azure Hybrid Use Benefit)

O AHUB nada mais é do que usar a sua licença já comprada em contrato com Software Assurance (SA) no Azure e assim não pagar o licenciamento SPLA.

Note porem que sua licença deve ter SA contratado, ou seja o direito de atualização e virtualização. Se não conhece o SA veja o post http://marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager-Windows-Desktop.aspx onde temos um tópico sobre isso.

No caso de usar o AHUB a diferença de preço calculada no item anterior não existe, já que o licenciamento passa a ser feito em contratação em Enterprise Agreement, MPSA ou mesmo OPEN. O tipo de contrato depende do valor e é adquirido junto a um parceiro de licenciamento Microsoft (LSP).

image

A Microsoft já disponibiliza os templates para VMs AHUB mas tambem é possivel usar PowerShell com o parametro –licencetype. No caso se usar o portal, basta criar a VM informando isso:

image

Porém é importante ressaltar que o AHUB é uma maquina Windows criada com a camada de preço do Linux e não é possivel fazer a alteração pelo portal. Ou seja, será necessário recriar a VM caso ela já exista no modelo normal.

Claro que existem formas mais fáceis:

  1. Deleta a VM, mas não delete o disco
  2. Crie uma nova VM como AHUB
  3. Anexe o disco da VM que foi deletada

3 – Utilizando CPP (Compute Pre-Purchase)

O CPP é um velho conhecido de quem usa AWS, com o nome de RI (Reserved Instance), mas com uma diferença. Veja o link a seguir, mas ele não tem muitos detalhes: https://azure.microsoft.com/pt-br/overview/azure-for-microsoft-software/faq/

Enquanto no AWS o cliente compra uma VM de determinado tipo/camada, no CPP do Azure o cliente compra horas de computação de determinado tipo/camada de VM, seguindo algumas regras:

  • Equivalem a compra de 744 horas de um deterninado tipo de VM
  • São compradas por 12 meses independente do aniversário do contrato (não tem pró-rata)
  • Não são vinculadas a uma VM especifica, funciona como um abatimento nas horas totais
  • Não podem ser utilizadas ou realocadas para outros tipos de VM como se fosse proporcional
  • É paga upfront, ou seja o valor de 12 meses

A redução de custo é significativa, mas o valor depende do tipo de contrato que o cliente possui e o nivel de desconto, em alguns casos chega a 60% para clientes EA.

Para entender o cáculo, vamos usar uma tabela simples de custo HIPOTÉTICO:

VM Quantidade Horas Total Valor Normal Comprado em CPP Pago em Commitment Economia
D2 v2 5 3200 3200 horas a U$ 0,251

U$ 803,20
3 VMs equivalente a 2.232 horas a U$0,16

U$ 357,12
Saldo de 968 horas

U$ 242,96
U$ 203,12

Mais uma vez é importante ressaltar que essas VMs não podem ser atribuidas a outro tipo, o CPP cobre por 12 meses 744 horas mensais de um deterninado tipo de VM.

Porem, alguns clientes utilizam o CPP para upgrade uma vez que a redução de custo permite com o mesmo valor já provisionado para Azure subir de 2 a 3 camadas as VMs já existentes!

4 – Utilizando CPP + AHUB

É possivel combinar o CPP com AHUB?     SIM!!!

Levando em conta que o cálculo acima do CPP foi hipotético, usamos o valor referencia de U$ 0,251 para VMs Windows no CPP com valor de U$ 0,16, ou seja uma VM com o licenciamento Windows SPLA.

Se juntar o desconto que o AHUB proporcional, você poderá comprar VMs Linux e usar o licenciamento que já possui em contrato, como exemplo o valor da mesma VM D2 v2 de U$ 0,159 Linux cairia para U$ 0,12 com Windows utilizando o licenciamento existente.

 

CONCLUSÃO

Com o CPP você pode economizar de 25 a 60% sem ter que fazer nenhum esforço, e com o AHUB você pode criar VMs muito mais em conta utilizando o contrato existente com Windows.

Claro que o CPP é muito mais atrativo, uma vez que ele não exige mudança no template da VM, mas tanto o AHUB quanto o CPP precisam ser incluidos em contratos de licenciamento.

Agora divirta-se, consulte seu parceiro de licenciamento e veja quanto poderá economizar com estas duas opções de licenças!!!

Posted: jul 18 2017, 15:48 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Microsoft Azure (Iaas) Cost Estimator Tool

Ontem a Microsoft liberou uma ferramenta interessante para calculo de custos de migração das maquinas virtuais (a partir do VMM ou ESX) ou fisicas.

A instalação da ferramenta pode ser feita pelo link http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=43376

Na tela inicial escolhemos se o inventário será pelo VMM, ESX, direto no Hyper-V ou com os IPs de maquinas fisicas. Para cada um dos tipos de inventário ele pedirá os dados do gerenciador (VMM, Hyper-V ou vCenter) ou os IPs de maquinas fisicas.

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No meu exemplo utilizei maquinas fisicas e selecione pelo tipo (Windows/Linux), o IP, usuário e senha. Podemos incluir até 25 maquinas por ciclo:

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O passo seguinte é escolher a frequencia com que deseja que a ferramenta faça a pesquisa. Como no meu caso a maquina está ligada não preciso definir recorrencias.

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Na sequencia a ferramenta irá listar os recursos das maquinas que foram analisadas e indica os dados de inventário qeu são relevantes para a confecção do custo.

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Finalmente, temos o relatório com os custos estimados para cada Azure VM, podendo escolher qual a região e o perfil de hardware para cada VM escolhida, alem do perfil de preço:

image 

Essa ferramenta é muito útil para permitir que o cliente tenha ideia do investimento que será necessário na migração, utilizando dados reais!

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