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Possibilitando trabalho remoto em período de Corona Vírus

Nesse período em que muitos colaboradores estão sendo movidos para remote office, que soluções podem ser adotadas rapidamente para isso?

Cenário 1 – Uso de VPN

A primeira solução é o uso de VPNs, onde o colaborador irá acessar de sua casa o ambiente de rede da empresa via internet.

Quais as vantagens?
Esse método é bem interessante por ser rápido de implementar, em geral no firewall que a  empresa já utiliza. O usuário poderá acessar seus e-mails, servidores e aplicações como se estivesse fisicamente dentro da empresa, usando seu computador pessoal. Como utiliza um produto já existente na maioria dos ambiente, o custo é mínimo para habilitar no firewall e muitos fabricantes basta habilitar.

Quais as desvantagens?
O maior risco no uso de VPNs é a falta de segurança advindo de  conexões externas diretas, de equipamentos desconhecidos. Por exemplo, imagine que a maquina do colaborador é a mesma que ele baixa conteúdos da internet, joguinhos e outros. Que garantia eu tenho que não entrará um worm ou vírus por essa conexão? Nenhuma.

Quais soluções posso usar para complementar a segurança?
NAC
(Network Access Control) são protocolos e proteções instaladas no firewall que ao tentar se conectar um script é executado no equipamento remoto para validar se ele tem anti-virus valido, atualizações de sistema operacional, etc por meio de uma regra NPS (Network Policy Service/Server). Porem, os NPSs costumam ser limitados no que podem checar e ai é quando precisamos instalar um agente antecipadamente e só validam no momento de entrada na rede sem validar configurações que possam ser alteradas ou permitam que o equipamento fique desprotegido.
Já a solução de MDM no portfólio de Microsoft é o Microsoft Intune que agora se chama Microsoft Endpoint Management Service por ter se juntado ao SCCM (System Center Configuration Manager).
O Intune é uma solução em nuvem com funções similares ao SCCM, mas com módulos para dispositivos como telefone e tablets. Ele permite que o administrador crie regras de validação para serem aplicadas na máquina do usuário a partir do software de monitoramento e essas regras podem envolver:

• Atualizações de sistema operacional
• Instalação de aplicações corporativas automaticamente
• Regras de Compliance como obrigatoriedade e tipo de senha, uso de recursos compartilhados entre diferentes ambientes no mobile (KNOX e Apple Secure)

• Restrição a troca de informações entre aplicativos classificados como corporativos (copiar e colar)
• Diversas outras regras que variam entre Android, iOS, MAC e Windows
Se integram com vários modelos de NAC físicos

Cenário 2 – Uso de PaaS e SaaS para aplicações de trabalho

Muito conhecido como Modern Workplace essas soluções no portfolio de Microsoft estão no Microsoft Office 365.
Vendidos em pacotes individuais de serviços, pacote Business (até 300) e enterprise (Office 365 e Microsoft 365) possibilitam que um colaborador trabalhe remoto sem qualquer tipo de acesso a rede interna.

Quais as vantagens?
Por terem diferentes modelos de aquisição contratual (CSP por demanda, MPSA e EA com preços fixados) é acessível a todos os clientes.
A segurança dos dados é maior pois o usuário acessa arquivos e email diretamente da Microsoft por meio da internet comum e não tem acesso aos servidores internos da empresa. Por ser um modelo de serviços em nuvem, não precisa de instalações, servidores e infraestrutura local além do TCO de manutenção e operação desses serviços.
Bem, não precisamos falar muito porque hoje já é consolidado o modelo de PasS e SaaS com Exchange, Teams, SharePoint, OneDrive e outros produtos da suíte.

Quais as desvantagens?
Existem poucos pontos negativos, já que aqui estamos tratando de serviços essenciais (email, mensageria, áudio e vídeo conferencia, troca de arquivos). Mas o acesso irrestrito dos dados sem a facilidade de criar regras de segurança que temos com ACL em um servidor de arquivos físicos assusta muita gente... Uma vez que os arquivos estão na nuvem e acessíveis de qualquer lugar e dispositivo como evitar o acesso indevido?

Quais as soluções que protegem o meu conteúdo?
Nesse ponto é que as coisas ficam mais fáceis! No modelo de PaaS e SaaS do Office 365 temos pacotes de segurança disponíveis para qualquer uma das opções tanto contratuais como tipo de pacote:

• Criptografar, categorizar e identificar conteúdo protegido temos o AIP (Azure Information Protection) que é o antigo RMS do Windows, agora em nuvem, que pode identificar por exemplo que um usuários está passando CPFs e Passaportes para outras pessoas dentro ou fora da empresa
• Detectar atividades suspeitas temos o ATP (Azure Advanced Threat Protection) que analisa a atividade no AD local e em nuvem

• Com o CASB (Cloud App Security) Fazer detecções avançadas de uso, integrando aplicações de terceiros e identificando possíveis violações e problemas como logins em diferentes localidades simultâneas ou em deslocamentos impossíveis (chile e Australia em menos de 2 horas por exemplo)
Permitir a criação de regras de acesso e login (similar ao NAC) com o AD Premium, que também possibilita relatórios detalhados de atividades

Esses recursos citados são os que cobririam a segurança do acesso aos dados da empresa em qualquer dispositivo!

Cenário 3 – Virtual Desktop

Solução já muito conhecida, pode ser implementada em modelo de acesso direto a aplicativos a partir de servidores (RDS) ou maquinas virtuais independentes para os usuários (VDI).

Quais as vantagens?
Nada está fora da empresa, não existe troca de dados via internet.
Nesse modelo, os dados são acessados de dentro da empresa, uma vez que o usuário irá ver a tela do servidor ou de sua VM pessoal que está na infraestrutura e rede da corporação.
Então o acesso aos dados é muito controlado e 100% similar ao que o colaborador estaria vendo e fazendo sentado na sua mesa de escritório.

Quais as desvantagens?
Custo, tanto de equipamentos quanto licenciamento.
Para montar uma estrutura de RDS (Remote Desktop Service) é possível usar direto o Windows Server e ter um custo bem mais atrativo ou soluções como VMWare Horizon e Citrix.
Já para a solução de VDI (Virtual Desktop Infrastructure) temos um alto custo, já que para cada usuário logado é necessário ter uma VM Windows 10 ativada.
Sendo assim, se houver 200 usuários remotos será necessário ter 200 VMs ativas em servidores físicos, que acabando o surto deixariam de ser necessárias.

Quais alternativas para a falta de Hardware nesse momento de isolamento?
A Microsoft possui um serviço chamado WVD (Windows Virtual Desktop) que é um VDI hospedado, com a vantagem de ser escalável podendo ir de 1 a 25.000 VMs em minutos! Esse serviço é aberto a todos os clientes por meio de uma conta no Azure e o licenciamento de Windows Enterprise com SA ou Windows E3 que é subscrição.
Usuários que já tem o Microsoft 365 (exceto F1) já estão habilitados, uma vez que o M365 E3 e E5 incluem o licenciamento de Windows Enterprise.
E para os que não tem, pode fazer a subscrição de licenças Windows E3 no modelo CSP mensal, onde irá pagar apenas pelo que ativar de WVDs.

Integrando Updates de Fabricantes com o System Center Configuration Manager (Endpoint Protection Server)

Uma das necessidades que muitos administradores de TI tem é fazer o update de forma centralizada.

Isso se deve a ter um unico ponto de contato, evitar instalar mais softwares de fabricantes, principalmente para drivers de clients e servers com vários fabricantes.

Já bem estruturado e desde a versão 2012, o SCCM tem a capacidade que se chama SCUP (System Center Update Service) para isso.

Utilizando o SCUP

É bem simples de ser usado, vá ao site do fabricante que pode ser de HW ou SW e consiga a URL com o arquivo cab de atualizações. Dentro desse arquivo irá ter as definições em XML dos updates e requisitos. Por exemplo ele contem os updates com a lista de servidores e maquinas compativeis, ou requisitos de software para updates como Adobe e Autodesk.

Depois que tiver a URL vá em Software Library –> Software Updates –> Third-Party Software Updates e inclua o catálogo como a imagem abaixo:

Anotação 2019-12-30 180714-2

Anotação 2019-12-30 180714-3

Dai em diante basta aguardar que ele finalize o processo de sincronização e utilizar o botão Subscribe to Catalog para iniciar os updates:

Anotação 2019-12-30 180714-4

Eles irão aparecer junto com os updates de Windows para serem aprovados, com uma classe a parte para se criar as regras automaticas de Deploy.

Posted: mar 08 2020, 22:57 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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System Center 2019 e Windows Server 2019 – Upgrade in place II

Com o lançamento oficial do System Center 2019 semana passada agora já podemos testar a migração da versão final.

https://cloudblogs.microsoft.com/windowsserver/2019/03/07/coming-soon-microsoft-system-center-2019?wt.mc_id=4029139

Nova Politica de Versões

Na nova politica de versões do System Center, não haverá os canais Semi-Anuais como Windows.

Ou seja, você terá a versão 2019 por aproximadamente 3 anos com os updates que em geral ocorrem 3 vezes por ano.

Isso significa que diferente das primeiras versões que foram o 1801 e 1807, daqui em diante não teremos mais esse mesmo tipo de nomenclatura retornando ao antigo modelo de versões com updates (2019 UR 99).

Importante: System Center Configuration Manager continua com o canal Semi-Anual

https://docs.microsoft.com/en-us/system-center/ltsc-and-sac-overview?wt.mc_id=4029139

Executando o Upgrade

No mesmo documento acima, vemos o suporte para upgrade in-place que é garantido até as ultimas 2 versões.

Isso significa que os usuários das versões 2012 R2 precisarão primeiro fazer o upgrade para a 1801 e depois para o SC 2019.

Importante: System Center Configuration Manager terá as regras de update diferentes, dependendo do canal escolhido

Assim como o upgrade da versão 2016 para a 1801 foi tranquila e já demonstrei aqui http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-2019-e-Windows-Server-2019-Upgrade-in-place.aspx, a migração do 2019 tambem foi bem satisfatória.

Todos eles precisamos apenas confirmar a instalação, apenas com excessão do SCOM e VMM que é necessário o upgrade de agentes.

O DPM não executei o upgrade pois atualmente utilizo o Microsoft Azure Backup que é um subset especializado para backup no Azure.

System Center Operations Manager (SCOM)

SCOM (2)

SCOM (3)

No caso do SCOM uma mudança é agora poder ativar pela interface no “About”, antes era necessário fazer pelo PowerShell com o comando Set-SCOMLicense.

SCOM (1)

Lembrando que no caso do SCOM é necessário autorizar o upgrade do agente para todos os servidores logo após a instalação. Caso não o faça continuará havendo comunicação, mas ele irá criar alertas constantes de aviso e novos recursos podem ocasionar falha nos agentes.

System Center Service Manager (SCSM) e System Center Orchestrator (SCO)

Literalmente nada precisou ser feito ou alterado e o mesmo aconteceu com o Orchestrator.

Service Manager (1)

Service Manager (2)

System Center Virtual Machine Manager (SCVMM ou VMM)

O VMM já exigiu um pouco mais de trabalho, pois é necessário rever as contas no “Run-AS” que agora limita contas locais e reinstalar os agentes.

No meu caso, fiz o exercicio de desinstalar para validar se apenas utilizando o banco de dados retornaria e funcionou!

VMM (1)

VMM (2)

VMM (3)

VMM (4)

System Center 2019 e Windows Server 2019 – Upgrade in place

Como conhecido, o System Center saiu em sua nova versão, agora seguindo o mesmo conceito de Branch (Current Branch) do Windows. De agora em diante veremos as versões seguindo o numero que indica a edição:

image

A versão 2019 da suite não teve alterações em layouts ou funcionalidades principais, mas acrescenta diversos recursos novos.

Atualmente temos disponivel a nova versão 1801, que se aproxima muito do que será a versão 2019 que terá como build 1901 com data de lançamento previsto em Março.

Estes recursos podem ser visualizados no link: https://thesystemcenterblog.com/2018/09/25/whats-new-in-system-center-2019/

Upgrade do System Center Configuration Manager

O SCCM já desde a versão 2016 tem o upgrade como uma funcionalidade nativa e automática. Sempre foi muito estável e fácil de ser realizada, ficando disponivel em Administration –> Updates and Services:

Upgrade SC (10)

Após iniciado, pode-se ir pelo menu da barra superior e acompanhar toda a instalação passo a passo:

Upgrade SC (1)

Lembrando que não é possivel interagir com o upgrade após iniciado, mas em caso de se escolher deixar as features desabilitadas no menu mostrado na primeira imagem, escolha a opção Features para incluir uma das novas.

Pessoalmente sempre prefiro fazer a instalação dos upgrades sem selecionar features e depois incluir as que desejo, assim posso estudar o impacto e real necessidade de mais componentes sendo executados no servidor.

Upgrade do System Center Service Manager

Tambem simples de ser realizado, insira a midia do SCSM e ele já entrará no modo de upgrade onde você irá selecionar qual dos servidores locais está sendo atualizado. Lembrando que é importante saber a estrutura para escolher a função correta do servidor que está sendo atualizado, no meu caso o Management Server:

Upgrade SC (2)

Upgrade SC (6)

A atualização é bem tranquila, e ao final já está executando. O novo portal de auto-serviço agora oferece a experiencia HTML5 sem necessidade de componentes adicionais:

Upgrade SC (9)

Upgrade do System Center Operations Manager

A Microsoft realmente aprendeu a fazer upgrades de versão com o System Center transparentes, rapidas e eficientes. O mesmo vale para o SCOM.

Similar ao SCSM, basta incluir a midia e executar o modo de upgrade:

Upgrade SC (3)

Upgrade SC (8)

A mensagem de Warning na tela acima existe desde as versões anteriores. Como os instaladores do System Center não pedem chave, em alguns é necessário fazer a inserção da chave posteriormente.

Para inserir a chave, execute o PowerShell do SCOM e utilize o comando, lembrando que agora a chave de instalação do System Center é a mesma para toda a suite desde a versão 2012:

Set-SCOMLicense -ProductId 'xxxxx’

Upgrade do System Center Orchestrator e Virtual Machine Manager

Para fazer o upgrade do SCO tive que primeiro desinstalar o servidor. O motivo no meu caso foi a instalação de um update no meio do ano que era beta e com isso o upgrade automático não é possivel.

Nesses casos, faça a desinstalação do servidor com a opção Retain Database ativada, mesmo sendo a do SCVMM a do Orchestrator é similar:

Upgrade SC (7)

Depois de desinstalar a versão anterior, ou mesmo para um refresh, refaça a instalação com a opção de utilizar um banco de dados já existente:

Upgrade SC (4)

Upgrade SC (5)

Upgrade SC (12)

Com isso a instalação tanto do System Center Orchestrator quanto do Virtual Machine Manager finaliza com os mesmos dados existentes.

Em muitos casos, o Orchestrator e o Virtual Machine Manager para no meio da instalação com um erro genérico de banco de dados, com a mensagem: “DBSetup.exe fails with unknown error 0x800A0E7A”

Se isso acontecer no seu caso, baixe e instale o SQL Server 2012 Native Client – QFE disponivel em https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=50402

Upgrade do Windows Server 2019 com Serviços de System Center

Em alguns dos servidores, antes de fazer o upgrade do Windows realizei o upgrade do System Center.

Isso porque o System Center 2019 é compativel com o Windows Server 2012 R2, mas o contrário não. Isso quer dizer que é mais confiavel primeiro o upgrade dos serviços e depois do Sistema Operacional que tambem é compativel.

Upgrade SC (11)

Conclusão

O upgrade dos servidores System Center são estáveis, mas lembre-se de sempre ter um backup das bases de dados se ocorrer um problema nessas fases.

Tambem é importante lembrar das regras de ordem, em geral os Management Servers antes das outras funções.

Adquirindo e Licenciamento o Azure OMS – Operations Management Suite

Apresentamos muitas vezes ao cliente esta solução, que executada no Azure traz beneficios muito grandes para que é administrador de TI.

Já foi muito falado do OMS, originalmente chamado de System Center Advisor, depois de Log Insights (http://www.marcelosincic.com.br/post/Utilizando-o-Azure-Log-Analytics-(OMS)-e-o-SCOM-na-Mesma-Maquina.aspx e http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-Advisor-Previewe28093Novidades.aspx)

Gosto muito de demonstrar as soluções de Health Check (Active Directory e SQL) e Change Log:

image

Mas muitos não entendem como é o licenciamento para se adquirir essa solução.

Quais são as possibilidades de adquirir?

Primeiro é bom lembrar os níveis básicos que um espaço de gerenciamento (como são chamados as “tenants”) podem ser:

image image
  • Free – Útil para testes pois não limita a apenas alguns dos pacotes de soluções, mas a coleta é limitada a 512kb por dia de logs e retenção de apenas 7 dias
  • Standalone – Permite coletar sem restrição de tamanho e retenção de 30 dias (pode ser customizado), não tem preço por servidor/nó e sim por storage consumido. Porem, não permite utilizar todos os pacotes de soluções, que precisam ser adquiridos em pacotes E1 ou E2
  • Standard e Premium – Permite coletar sem restrição, retenção de 365 dias e permite utilização de pacotes de soluções, dependendo do nivel escolhido
  • OMS – Este é o bundle E1 ou E2 que pode ser adquirido conforme a necessidade de pacotes, com preço por nós gerenciados e que inclui licenciamento do System Center e outros serviços

Qual dos modelos vale a pena?

Se a sua intenção é utilizar os contadores e soluções como Healthy Check e algumas analises, pode optar pelo plano Standalone onde poderá usar diversas soluções pagando apenas o tanto de log que armazenar.

Porem com o Standalone não é possivel evoluir para outras soluções, como análise de tráfego de rede e mapeamento de soluções.

Por conta dessa limitação, o ideal é ter os bundles de OMS onde poderá escolher as soluções e ainda incluir uma série de serviços e consumo já embutido, alem de todo o licenciamento System Center.

OMS pacotes E1 e E2

Sem dúvida é a melhor opção para empresas, onde você adquire serviços e pacotes com o System Center incluso (ou via add-on se já tiver) e pode utilizar outros serviços já incluidos no preço.

https://www.microsoft.com/en-us/cloud-platform/operations-management-suite-pricing

image

Como vemos na imagem acima, os bundles são compostos de pacotes de gerenciamento (imagem abaixo), serviços como Backup e Site Recovery e o licenciamento de System Center.

Isso é bem interessante quando comparamos os custos de cada um dos serviços e o que eles já incluem:

image

image

Basta comparar o custo de cada pacote de gerenciamento com o valor do E1 e E2 para notar que não vale a pena aquisição Standalone/Standard/Premium, apenas o custo do pacote de Protection/Recovery já é praticamente o valor do bundle E2.

E se eu já tenho o licenciamento de System Center ou o Windows CIS (Cloud Infrastructure Suite)?

Neste caso não precisará pagar duas vezes o System Center, pois como o E1 e E2 já incluem pode adquirir por add-on, ou seja acrescer ao pacote que já possui podendo optar por continuar renovando o licenciamento do CIS/System Center ou convertendo para OMS:

image

Pessoalmente acho bom para este caso continuar com o licenciamento do System Center/CIS, pois posso utilizar alguns nós com OMS e outros não dependendo do modelo de monitoração que desejo adotar.

Como posso estimar e comparar e decidir estes custos?

A Microsoft possui uma calculadora onde você seleciona os serviços e recebe a comparação entre os bundles OMS E1 e E2 ou aquisições standalone: http://oms-calculator-webapp.azurewebsites.net/home

image

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Marcelo de Moraes Sincic | novembro 2017
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Azure Stack 1-Entenda a solução

Agora já disponivel na maior parte dos paises do mundo onde a Microsoft possui Datacenters, o Azure Stack passou a ser um tema constante.

Mas primeiro é preciso entender o foco e composição da solução.

Como é composto?

O Azure Stack é um rack de servidores com tamanhos e configuraçoes pre-determinados, hoje disponivel pela Dell, HP, Lenovo e Cisco.

image

O HW de cada fabricante foi homologado e padronizado, o que garante updates diretamente do Azure Stack tanto para o software quanto para hardware.

Isso quer dizer que não posso utilizar minhas próprias configurações?  Exatamente, para garantir que o sistema fique atualizado e a hiperconvergencia funcione os drivers tem que ser homologados e testados.

É importante entender que todo o Azure Stack é baseado no modelo de hiperconvergencia, ou seja são utilizadas as tecnologias de SDN (Software Defined Network) e SDS (Software Defined Storage) ou SDx em geral como são chamadas.

Ou seja, não existe um storage dedicado. Cada servidor possui uma parte de discos SAS de 15k e discos SSD, com o Storage Space Direct (S2D) habilitado. Isso permite que os servidores tenham seus armazenamentos somados ao compartilhar os volumes entre sí.

A garantia de dados com o S2D é garantida pela distribuição de dados entre os servidores, como já faz o vSAM da VMWare ou o Nutanix.

Para quem se destina?

Diferente do que muitos pensam, o Azure Stack não visa o cliente que acha o Microsoft Azure caro e sim os que tem limitações em relação a nuvens públicas.

Por exemplo, alguns cases no Ignite foram da Swisscom e a KPMG da Suécia.

A KPMG o cenário foi a legislação e a exigencia de alguns clientes que não queriam seus dados de auditoria disponiveis em nuvem pública por mais que tente se justificar a segurança do dado. A solução foi o Azure Stack onde a KPMG teria os mesmos serviços utilizados por outras filiais no mundo, mas on-premisse.

Já o case da Swisscom foi o de ser um Datacenter local, já que o Azure não tem um DC no pais. Assim, aqueles clientes que querem utilizar serviços de nuvem pública podem utilizar a nuvem privada do Azure Stack para hospedar seus serviços localmente.

Ou seja, os principais clientes são, entre outros:

  • Paises onde existem restrições legais quanto a armazenar dados em outros paises
  • Datacenters interessados em fornecer serviços a seu usuário a mesma interface do Azure, mas localmente, por exemplo no Brasil só temos um DC Microsoft Azure e um provedor tradicional poderia usar o Azure Stack como ponto de Avaliability Group
  • Empresas com alto uso de recursos computacionais baseados em IaaS e que possuem Datacenter próprios
  • Empresas com tradição on-premisse que não querem ver seus dados fora do ambiente, mas desejam utilizar o modelo de Cloud Publica “in-loco” com facil manutenção e suporte de alto nivel

E aquele cliente que acha o Azure caro, vale a pena usar o Stack?   Na ponta do lapis não, pois precisamos lembrar que é um rack e precisa de refrigeração, energia, piso elevado e todos os outros custos envolvidos em um DC fisico.

Quanto custa o Azure Stack?

Primeiro é necessário ver o custo do Hardware que pode ser vendido diferente por cada um dos atuais 4 fabricantes.

Por exemplo no caso da Dell as configuraçoes começam em 4 servidores de 20 CORE e 4.1TB, podendo chegar a doze servidores por rack, sendo a capacidade máxima de 4 Racks com 12 servidores cada um.

Alem disso, temos os servidores Low, Mid e High profille, onde um rack com os 12 servidores High Profile a capacidade é 336 Core, 6.1TB RAM, 138TB cache, 1.2PB de disco!!!!

Agora vamos falar do custo de Software. É importante lembrar que o Azure Stack não tem custo de software, ou seja ele é bilhetado como um serviço, que inclui:

  • Atualizações do Software Stack
  • Atualizaçoes de Drivers e componentes lógicos
  • Disponibilização e pré-configuração dos componentes e templates
  • Suporte Microsoft do Azure é o mesmo que atende Azure Stack

Ou seja, o Azure Stack tem um custo pelo consumo, não com licenciamento, na modalidade “Pay-As-You-Use”, baseado na tabela abaixo:

image

Referencia: https://azure.microsoft.com/pt-br/overview/azure-stack/how-to-buy/

Baseado nisso, temos como exemplo uma VM A2 que custa U$ 130/mês no Microsoft Azure, no Azure Stack sai por U$ 40/mês.

Claro que deve-se incluir no TCO a infra do Datacenter, garantia e suporte do HW, administração e energia elétrica que no Microsoft Azure não temos.

Mesmo assim, grandes ambientes que já contam com Datacenter a opção passa a ser vantajosa por já incluir muitos destes custos embutidos.

E se o cliente não quiser pagar por consumo?

Tambem é possivel adquirir o custo por CORE, mas pessoalmente não vejo vantagem pois o custo aumenta pelos seguintes motivos:

  • No modelo variável “Pay-As-You-Use” a escalabilidade tambem reflete no preço quando diminuir a carga
  • No modelo desconectado é necessário pagar em separado o licenciamento de Windows e SQL que no modelo “Pay-As-You-Use” está embutido
  • No modelo desconectado o pagamento é anual e upfront

Img2

Todos os Serviços do Azure Estão Disponiveis no Azure Stack?

Ainda não. Como pode-se ver na tabela de preços os mais importantes sim.

Por exemplo, alguns tipos de VMs como G não poderiam rodar no Stack e o mesmo com alguns serviços de alta capacidade como Machine Learning e Cognitive Services.

É possivel criar planos e juntar diferentes soluções para criar workloads complexos, como documentado em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/azure-stack-offer-services-overview

Conclusão

Azure se tornou o principal produto da Microsoft e com o Stack a integração entre as nuvens pública e privada realmente se torna uma experiencia unica!

Acesse o link da documentação e saiba detalhes do produto: https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/

Disponivel para Compra o Azure Reserved Instance

Em um post no inicio do mês comentamos sobre o Azure Reserved Instance em http://www.marcelosincic.com.br/post/Reducao-de-Custos-com-Azure-Reserved-Instance.aspx

Agora já está disponivel para compra e tambem na calculadora do Azure (Azure Pricing Calculator) para estimar a economia tanto apenas a VM quanto com o AHUB.

Para relembrar, o AHUB é o recurso que permite economia por utilizar as licenças já adquiridas que tenha Software Assurance http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-Convertendo-Licenciamento-para-Azure.aspx

Utilizando a Calculadora

Acesse a calculadora de custos do Azure e ao acrescentar uma VM verá a opção de incluir o AHUB e tambem o RI de 1 ou 3 anos.

Abaixo seguem as imagens demonstrando como escolher e a redução possivel onde de $102 para uma VM normal, caimos para $58 em uma VM RI de 3 anos e juntando o AHUB para U$ 24!!!!!

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E por ultimo com a opção de AHUB:

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Comprando Reserved Instance no Portal do Azure

A compra do RI pelo portal exige que primeiro seja ativada a oferta na assinatura.

É importante que assinaturas de beneficio MSDN ou EA Dev/test não possuem o RI pois já tem um custo de 40 a 60% menor nas VMs.

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Resumindo: Agora podemos ter uma VM com mais de 80% de desconto juntando as ofertas de RI e AHUB!!!

Posted: nov 20 2017, 13:21 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Azure | Microsoft Azure

Palestra Azure Stack Porto Alegre

Estamos as vesperas do lançamento mundial do Azure Stack.

Essa semana tive o privilégio de falar sobre ele em uma conferencia em Porto Alegre.

Agradecemos ao apoio dos organizadores e o interesse dos participantes.

Evento Dell 07-11-2017

Palestra Windows Server 2016, Containers, Hiperconvergencia e Azure Stack em Volta Redonda

No dia 27/10 usamos o anfiteatro da CSN para falarmos sobre novas tecnologias, entre elas Container e Azure Stack.

Para quem quiser a apresentação, segue em PDF.

Obrigado CSN por ceder o espaço!

Evento CSN 27-10-17 (1)Evento CSN 27-10-17 (1)Evento CSN 27-10-17 (2)Evento CSN 27-10-17 (3)Evento CSN 27-10-17 (4)


Apresentação: 
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