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Alterando a porta de envio SMTP do Smart Host no Exchange 2007 e 2010

A porta padrão do Send Connector de um Smart Host é 25, como em todos os clientes SMTP.

Porem, alguns provedores (Mandic e Locaweb) estão alterando para a porta 587 que exige autenticação, mas no Send Connector não há a opção de mudar a porta, como pode se ver na tela abaixo:

image

A mudança da porta não tem interface gráfica, então é necessário usar um cmdlet pelo PowerShell do Exchange:

Set-SendConnector -Identity "<nome do Send Connector>" -Port 587        (Altera a porta)

Get-SendConnector | fl name,port                       (Lista os conectores e as portas)

Posted: ago 26 2010, 10:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Exchange Server

Atualizado: Novas regras para Microsoft Certified Gold Partners e Learning Services

A algum tempo que a Microsoft está anunciando mudanças nos processos que envolvem a qualificação de parceiros. E como está ocorrendo esta semana WPC que é o encontro mundial de parceiros ficou mais claro algumas mudanças.

Documento com as regras de competencias (18-10-2010): Value%20of%20Earning%20a%20Micrsosoft%20Competency%20Guide%20June[1].pdf (1,65 mb)

Certified Partner Learning Services (CPLS)

Para se ter uma idéia de como era complicado ser um CPLS, era necessário entregar a Microsoft um Business Plan e estar em uma região onde não fosse causar problemas com os CPLSs já existentes no local. Isso valia até para os CPLSs que já existiam ao querer abrir uma filial em outro local. Ou seja, era um processo complexo e com um certo toque de corporativismo ao proteger os que já existiam.

Porem, este modelo gerava uma concorrência fraca, já que apenas um ou dois na mesma cidade ou região criava mercados fechados. Acordos entre os CPLSs eram comuns criando um custo muitas vezes inacessível ao aluno pessoa física. Tanto é que muitos clientes corporativos buscavam treinamentos em SP pois era mais barato devido a forte concorrência no estado.

Agora qualquer parceiro poderá ser um CPLS se tiver os MCTs (Microsoft Certified Trainer). Também ficou flexível a nível nacional, já que agora um CPLS pode ter filial onde ele quiser, não importando se na cidade ou região já existem outros. Isso irá possibilitar que novos parceiros surjam e que os atuais expandam o modelo de negócio para outros locais.

Certified Partner Gold

Estes estão passando por um momento delicado. Hoje um parceiro precisa ter, por exemplo, 4 MCPs (Microsoft Certified Professional) em uma tecnologia para ser qualificado como Gold. Essa regra não irá mudar.

Porem, muitos são certificados em mais do que uma tecnologia. Por exemplo, um mesmo profissional pode ser certificado em .NET e Sharepoint, ou Windows 2008 e SQL Server. Com isso contando com apenas 4 MCPs um parceiro conseguia ser Gold em duas ou mais competências.

Com a nova regra UM MCP só pode ser qualificado para UMA COMPETENCIA, ou seja, para o exemplo acima se manter o parceiro precisaria ter 8 profissionais, 4 para cada competência desejada. Por que essa mudança?

Conforme a explicação de Redmond os cliente contratavam um parceiro esperando que ele tenha um tipo especializado em determinada competência e na verdade o parceiro tem apenas 3 ou 4 profissionais que são a base de todas as competências ao mesmo tempo. Com a nova regra os parceiros irão possuir 3 ou 4 profissionais EM CADA COMPETENCIA, o que garante uma qualidade e especialização muito maior na solução do problema do cliente.

Fonte: http://borntolearn.mslearn.net/btl/b/weblog/archive/2010/07/14/about-those-new-partner-requirements.aspx

Posted: ago 19 2010, 10:02 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Filed under: Certificação | Outros

Uma breve estória de virtualização, mesmo em ambiente que parece não apropriado

Atendo a um cliente que utiliza máquinas desktop como servidores e vimos a necessidade de resolver o problema do ponto de falha que estas máquinas antigas representavam. Como não havia máquinas iguais e o hardware já estava ficando obsoleto fizemos uma proposta.

O ambiente atual do cliente eram máquinas Core 2 Duo sem suporte a VT, algumas com 4 GB e outras com 2 GB. Haviam 6 servidores: Exchange 2007, DC e serviços de rede, Dynamics CRM com SQL, Servidor de arquivos e TS, DPM e ISA Server.

Nossa proposta foi manter os servidores DPM e ISA Server já que esses são fáceis de serem refeitos e não eram os LOBs da empresa podendo ser facilmente substituídos. Os outros quatro servidores seriam consolidados em 2 máquinas Core i3 com 8 GB de RAM com discos de 500 GB. Isso reduziria a quase zero um problema físico no hardware fazer um serviço da rede parar por horas, o que com certeza aconteceria com os hardwares antigos que já estavam travando e lentos. Com a virtualização, mesmo que não haja uma máquina igual a atual, qualquer uma poderá ser utilizada bastando instalar o Windows 2008 R2 com o Hyper-V, mesmo que na proporção de 1-para-1.

Fizemos todo o trabalho em uma noite e os resultados foram muito bons, as máquinas novas, apesar de também serem desktops, deram conta do recado e cada uma segura 2 VMs com o Hyper-V 2.0 do Windows 2008 R2. Não tínhamos a necessidade nem hardware suficiente para roda o VMM então optamos pelo Disk2VHD da SysInternals (Ferramenta para converter HD físico (em uso) para VHD)

O interessante de uso do Disk2VHD é que os servidores não precisam ser parados, assim como também pode ser feito pelo Hyper-V com o VMM. O utilitário gera os VHDs exatamente do mesmo modo que os discos físicos estão, incluindo partições, espelhamentos e outros recursos, permitindo fazer a imagem já no servidor destino utilizando pasta compartilhada. O processo de criação do VHD é rápido, um disco de 320GB foi convertido em 45 minutos.

O passo seguinte foi criar a VM no Hyper-V apontando para o VHD criado pelo Disk2VHD, para melhor performance utilizamos discos fisicos diferentes para cada uma das VMs hospedadas.. Após subir a VM, automaticamente o Windows 2008 reconheceu que foi virtualizado e atualizou os drivers pedindo para ser reiniciado após alguns minutos. Se o servidor fosse um Windows 2003 precisaríamos fazer a instalação dos additions e reiniciar, mas não foi o caso já que todos eram Windows 2008. O ultimo passo foi reativar o Windows já que após os drivers atualizados é necessária ativação, mas sem a necessidade de chaves adicionais ou fazer por telefone.

Posted: ago 09 2010, 23:39 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Free ebook: Programming Windows Phone 7

Hoje foi liberado o pdf do livro acima com os primeiros 11 capitulos que abordam como desenvolver, utilizar sensores, XAML (WPF/SilverLight) (http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2010/08/02/free-ebook-petzold-s-programming-windows-phone-7-special-excerpt-2.aspx). Quando o livro for terminado será disponibilizado gratuitamente no blog da MSPress. Importante: Alem dos 11 capitulos agora disponiveis ao lado tem o link para baixar as aplicações de exemplo !!!!

Eu utilizo Windows Mobile desde que ainda se chamava Windows CE. Meu primeiro equipamento foi o iPAQ da Compaq que vinha com Windows CE 3.0, tela sensivel ao toque. Utilizei o Gradiente Partner que na época foi o primeiro telefone no Brasil com Windows CE, era bizarro. e dai por diante entre um telefone e outro sempre mantive aparelhos com Windows CE, Phone Edition e o atual Windows Mobile. O aparelho que uso hoje é um LG Incite com Windows Mobile 6.5.

Mas muitos já me perguntaram o que acho do Windows Phone 7. Sinceramente não tenho muito o que achar, me pareceu um SO igual aos outros que estão no mercado hoje como o Symbian, o iPhone e o Android. Um SO com limitações de aplicações simultaneas e com interface para iniciantes.

O motivo de eu sempre ter utilizado telefones com Windows CE/Mobile é que eu desenvolvo o que quero com eles. Por exemplo, tenho um software para controlar conta corrente e sincronizo todos os dados com o celular utilizando XML. Se quero saber o saldo do meu cartão de credito, uma conta agendada ou outra informação posso abrir o aplicativo no meu celular e fazer pesquisa nos dados. Com o Windows Phone 7 todo este processo ainda estava nebuloso na minha cabeça, ainda não conseguia enxergar claramente como ficaria o desenvolvimento de aplicações.

Bem, este livro foi particularmente esclarecedor porque ao olhar os exemplos de código ficou mais fácil entender como será o desenvolvimento, apesar de que ainda não posso fazer muitas coisas antes de ter um aparelho desse nas mãos. Simuladores são interessantes para desenvolver, mas muito ruins para conhecer a usabilidade e as interfaces gráficas.

É isso ai, agora é esperar aparecer alguns no mercado e brincar um pouco com este novo SO da Microsoft.

Posted: ago 03 2010, 11:26 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Outros | Windows Mobile
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